06fev
A gente ama quem a gente é - Paulo Rebêlo

A gente ama quem a gente é ou a gente ama quem a gente queria ser?

Nossas diferenças pareciam gritantes, mas o universo ficava mudo diante de um abraço. Súdito do silêncio que sou, aprendi a admirar a suficiência de abraços assim. Infelizmente para mim, e felizmente para os homens que vieram antes e os homens que virão depois, essa suficiência sempre parece muito pouco para muitas pessoas.
06jan
Sanduíche americano do sul - Paulo Rebêlo

Memórias de sanduíche americano do sul

A idade me trouxe um pouco de parcimônia para me controlar e não quebrar na porrada todos os dentes dos jovens que voltam do exterior espantados que lá fora ninguém fala "ecs burguer" e que só no Brasil se usa o termo x-burguer no sanduíche.
23out
Enquanto houver estrada - Paulo Rebêlo

Cansado de esperar o cansaço

A estrada ficou mais longa, as pessoas ficaram mais distantes. As reuniões continuam inúteis, os doguinhos continuam abandonados, o espetinho continua borrachudo, a pizza continua ruim e até os jagunços são os mesmos; pois agora são os filhos daqueles que há 25-30 anos sentavam ao meu lado com a faca na cintura.
14out
100 amores e sem frete

Cem amores e sem frete

Acaba de chegar uma nova remessa da terceira edição de 100 amores, agora com frete grátis para todo o Brasil.
25ago
Respostas invisíveis para perguntas audíveis - Paulo Rebêlo

Respostas invisíveis para perguntas audíveis

Gosto mais de responder do que de perguntar. Porque perguntar exige um desprendimento que não tenho. Uma pergunta costuma exigir uma resposta, enquanto a resposta não exige nada. Nem mesmo que você acredite nela. A resposta se encerra.