Ambivalência alfandegária e a cota de 500 dólares

Paulo Rebêlo Webinsider 13-dez-2013 link A ineficiência do controle alfandegário nos aeroportos é reconhecida pelos próprios agentes e inspetores da Receita Federal. Mesmo assim, todo fim de ano eles estufam o peito para divulgar o início das operações especiais de fiscalização nas bagagens. De novo. Curioso que é justamente uma época do ano quando ninguém encontra muambeiro profissional entrando no país. Além dos desavisados e amadores, vão fiscalizar e multar centenas de famílias em férias por um punhado de dólares. Enquanto isso, milhões de verdinhas em muamba, tráfico e produtos danosos à saúde pública entram no país e são vendidos diariamente nas lojas de grife depois de uma singela troca de etiqueta. E fica por isso mesmo desde sempre. Vamos refletir juntos. A cota de 500 dólares é um atraso, não há dúvida. Beira o folclore. Mas, é a lei. E enquanto lei, precisa valer para todo cidadão brasileiro, quer a gente goste ou não. Eu também não gosto. Acho um retrocesso, uma burrice econômica e um peleguismo junto ao nosso empresariado brasileiro que está sempre dois passos atrás do resto do mundo. Sendo assim, prefiro mil vezes ser multado do que ver tanta gente passando pela fiscalização com oito

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Empresas de PE não sabem exportar pela internet

Um estudo divulgado pelo consultor Steven Smrekar Albuquerque revela uma situação que o mercado de tecnologia em Pernambuco já suspeitava: as empresas locais não sabem usar a internet de forma eficiente para conquistar novos clientes internacionais. Na dissertação “A influência da Internet no gerenciamento de marketing em empresas exportadoras”, Steven selecionou as companhias locais de pequeno e médio porte, seguindo o critério de que as exportações não poderiam ultrapassar o valor de R$ 1 milhão e excluindo as filiais de multinacionais.

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Eletrônicos pela metade do preço

Um projeto polêmico, para dizer o mínimo, circula entre os corredores dos ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento. Trata-se de um estudo para reduzir drasticamente as alíquotas (taxas) de importação dos produtos industrializados que entram no Brasil, uma iniciativa que pode cortar os preços de eletrônicos e materiais de tecnologia e telecomunicações em até 50%, a depender do caso. Na última ponta, diminui o valor pago pelo usuário final para comprar um computador e outros acessórios, visto que quase tudo do setor é importado. O projeto ainda não virou lei, mas o Ministério da Fazenda confirma o estudo e a intenção de levá-lo a discussão até mesmo nas Nações Unidas. Setores da indústria nacional são contra e criticam a idéia. Confira a opinião de especialistas e como a redução das taxas poderia mudar o cenário da Tecnologia da Informação no País. Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco, 21.setembro.2005 Comprar produtos de outro país é uma faca de dois gumes para o usuário final. O assunto já foi, inclusive, abordado em reportagem da Folha Informática em maio deste ano, com toda a problemática dos impostos pagos. Quando a importação é industrial, em larga escala e com fins comerciais, os custos com a

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Receita apreende mercadorias

A Receita Federal apreendeu quase R$ 400 mil em mercadorias ilegais nos centros de distribuição dos Correios, considerados como as principais rotas para o comércio ilegal de produtos eletrônicos e de informática vendidos pela Internet. Batizada de Leão Expresso, a operação ocorreu na semana passada e deixou muito internauta sem receber produtos adquiridos pela Web. Vale lembrar que não são todos os produtos comprados na Internet sujeitos à apreensão, apenas os oriundos de contrabando ou em outras situações ilícitas. A dica é evitar comprar em lojas sem credibilidade, principalmente aquelas que compram de lugares como o Paraguai ou que não enviam notas fiscais. O chefe da Divisão Nacional de Combate ao Contrabando e à Pirataria da Receita Federal, Mauro de Brito, explicou que “o comércio pela Internet está crescendo cada vez mais e, por isso, esses crimes estão cada vez mais freqüentes”. Ele ainda explicou a Receita vai continuar com as operações e que ainda poderão incluir outros pontos de distribuição, como portos e aeroportos.

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Internautas de olho no fim da assinatura do telefone fixo

A cada novo Ministro das Comunicações, a história se repete: todo mundo solta o verbo contra as tarifas cobradas pelas operadoras de telefone e tenta pressionar o Ministério. A bola da vez é a assinatura básica do telefone fixo, uma tarifa mensal cobrada a todos os usuários, sem distinção. Hoje, a taxa custa cerca de R$ 40 e prejudica em potencial dois tipos de consumidores: os que acessam a Internet pela linha telefônica e aqueles que usam pouco o aparelho para fazer chamadas. Internautas reclamam e garantem que, com uma tarifa menor, poderiam passar mais tempo online. Uma liminar – decisão judicial temporária – concedida ontem obriga o cancelamento da cobrança, mas elas podem recorrer e a decisão cair a qualquer a momento. Enquanto nada se resolve concretamente, vale a pena conferir o que os especialistas têm a dizer. Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco, 03.agosto.2005 Ao tomar posse, o novo Ministro das Comunicações, Hélio Costa, foi enfático ao questionar “como é que se pode ainda cobrar pulso de telefone num país como o Brasil? Então essas coisas devem ser discutidas”, durante um discurso oficial ainda no início de julho. Para o ministro, a cobrança de pulsos e a tarifa de

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