Monopólio da Telemar por um fio

Os usuários da Internet rápida em Pernambuco, a chamada banda larga, estão próximos de ganhar uma bem-vinda alternativa à hegemonia da Telemar nas conexões DSL, utilizada pelo serviço Velox. É que a Telefônica, operadora de telecomunicações que atua em São Paulo, analisa a possibilidade de expandir a área de atuação para a Região Nordeste com o Speedy – conexão rápida, similar ao Velox, sob a mesma tecnologia DSL. Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco O Speedy usa a linha telefônica para conectar o usuário à Internet em alta velocidade. A linha é convertida/adaptada para receber o intenso tráfego de dados e um modem externo é ligado ao computador, através de uma placa de rede. É um processo simples e a conexão é configurada em segundos. No Sudeste, o Speedy conta com a vantagem de ter mais planos de acesso e assinaturas, incluindo uma velocidade de conexão, residencial, de 2 Mbps – mais do que o dobro do plano mais rápido ofertado pela Telemar, de 768 Kbps. A Telefônica confirma oficialmente a expansão, mas guarda a estratégia a sete chaves e não revela detalhes técnicos ou comerciais do lançamento. Os diretores da empresa também não podem falar à Imprensa, mas a Folha

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Fantasma do Super11 de volta

Novo provedor deseja utilizar marca ligada ao acesso gratuito. Paulo Rebêlo Webinsider Estão alimentando mais uma bolha e é bom ficar atento. Agora em março, o provedor Super11 voltou a funcionar na mesma velocidade com que foi retirado do ar pela Justiça. Em tese, segue o esquema de pagar os usuários pela quantidade de horas navegadas, a exemplo do Cresce.net e do Orolix – veja matéria Provedores querem pagar por horas navegadas, ao lado. As atividades iriam começar esta semana. A empresa por trás do provedor é a BSB Internet, com sede em Caxias do Sul (RS), mas uma liminar concedida pela sistema judiciário daquele Estado impediu a utilização da marca Super11. Para quem não lembra, o Super11 foi um dos primeiros provedores gratuitos, na época em que a febre de não pagar mensalidade de acesso teve início. No entanto, o provedor inovou ao oferecer um número 0800 para conexão. Ou seja, o usuário não pagava mensalidade e nem os pulsos telefônicos. Em setembro de 2000 (veja matéria ao lado), a empresa não agüentou e faliu, deixando funcionários revoltados, em São Paulo, ao serem proibidos de entrar no edifício até mesmo para recolher pertences pessoais. Ninguém havia sido avisado de

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Profissionais de TI de olho na MP 232

Um tiro que saiu pela culatra. É assim que a Medida Provisória número 232 tem sido encarada pela maioria dos economistas e advogados tributaristas do País. Se você é um prestador de serviços em Informática ou trabalha em uma empresa que terceiriza pessoal, é bom ficar atento. Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco, 02.março.2005 com colaboração de Guilherme Gatis Para profissionais liberais e empresas prestadoras de serviços, a MP já é vista como “o pacote de maldades do Governo”, que a editou no final do ano passado para, durante as próximas semanas, tentar levar à votação no Congresso. Trabalhadores de Informática e de Tecnologia da Informação, em geral, estão entre os mais prejudicados pelas mudanças propostas pela MP. O mesmo vale para pequenas e médias empresas do setor, cujos tributos a pagar tendem a aumentar ainda mais. Trata-se de um impacto direto nas finanças das pessoas. Não precisa saber economês para entender como funciona a MP 232 e o impacto que ela pode gerar nas contas, caso a medida seja aprovada sem retoques no Congresso. O Governo Federal a editou para diminuir a taxa de correção do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF), uma antiga reivindicação da classe média para

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Exportar vai ficar mais fácil

Paulo Rebêlo [email protected] Impostos e tributos em excesso impedem o crescimento econômico, é o que diz a maioria dos economistas quando questionados sobre os países em desenvolvimento, como o Brasil. As empresas de informática e tecnologia também sofrem com a tributação, principalmente quando vão tentar vender para outros países o software desenvolvido aqui. O Governo Federal deve, em breve, sancionar uma nova lei que libera todas essas empresas de Tecnologia de Informação para exportar o máximo possível. O projeto, batizado de Plataforma de Exportação de Serviços de Tecnologia da Informação, pode beneficiar a economia de Pernambuco e, sobretudo, as empresas embarcadas do Porto Digital. O Brasil não é nenhuma Índia, mas também é referência em desenvolvimento de software e cabeças pensantes. A base do projeto do governo é simples: se o País quer se tornar uma potência comercial na exportação de serviços, então é preciso prover novos incentivos às empresas e mostrar que pode ser bem lucrativo desenvolver para exportação. Por conta do alto valor pago em impostos, grandes empresas às vezes recorrem a ações pouco benéficas para o País, como abrir filiais e subsidiárias no exterior, de modo a se livrar de pesada carga tributária. Ao fazer isso, o

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Provedores pagam por navegação

Paulo Rebêlo [email protected] O cenário da Web brasileira está passando por outra reviravolta. Novos provedores de acesso estão iniciando atividades, com o diferencial de oferecer acesso gratuito e pagar em dinheiro ao usuário, a depender da quantidade de horas navegadas. Até parece piada, mas não é. O provedor Orolix abriu as portas na semana passada com uma proposta bem diferente: além de pagar aos clientes pelas horas navegadas, a diretoria não quer que o número total de usuários ultrapasse 250 mil clientes em todo o Brasil, para manter a mesma qualidade “uniforme”. “Não queremos fazer como os outros provedores, que não conseguem atender a demanda e tratam o usuário como um número qualquer, sem respeito,” explica o diretor-geral da Orolix, Nagib Mimassi. A inscrição é bem simples, não difere muito de outros provedores gratuitos. O usuário faz o cadastro online, baixa um discador bem pequeno e começa a navegar. Em uma hora de navegação, o discador contabiliza até 24 Oros (a “moeda” do provedor), sendo que cada Oro equivale a um centavo de real. Ao final de cada mês, o usuário pode sacar o dinheiro pelo banco. A Orolix tem convênio com os principais bancos brasileiros, então às vezes não

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