Como e por que instalar Windows no Mac?

Paulo Rebêlo UOL / Webinsider – 23.out.2012 link Muita gente acha uma heresia colocar Windows no Mac. É pueril demais toda a velha discussão sobre qual seria o melhor sistema operacional no mercado. Para profissionais da área, acredito que a questão ultrapasse modismos ou preferências pessoais. Há uma série de razões para ter o Windows a tiracolo. A primeira delas é de natureza pragmática: o mundo inteiro ainda usa Windows. Mesmo que todos os seus amiguinhos tenham comprado um Macbook. A segunda é de natureza técnica, embora eventual. Quem tem a infelicidade de depender do Microsoft Office já deve ter notado que trata-se da pior experiência que se tem no Mac. Leia mais aqui. Os aplicativos do Office para Mac são pesados, travam sem motivo aparente e estão sempre um passo atrás em termos de recursos quando comparados ao Office para Windows. Quer alternativas? Leia aqui. Problema mesmo é se você depender profissionalmente do Excel. Apesar do limite matemático ser de pouco mais de 1 milhão de linhas a partir do Excel 2007, a versão para Mac simplesmente não consegue gerenciar direito planilhas com milhares de registros. Se você abrir um arquivo gigante no Excel 2010 do Windows, funciona bem. No Excel

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Alternativas ao Microsoft Office para Mac

Paulo Rebêlo Webinsider, 21 de março de 2011 link Existe vida além do Microsoft Office para Mac. Principalmente para profissionais que trabalham escrevendo. O popular OpenOffice também tem versão para Mac. E é praticamente idêntico ao pacote para Windows. Ou seja, se você gosta, vai continuar gostando. Se não gosta, continue longe. Os aplicativos são honestos. A exemplo da opção para Windows, falta um programa de e-mail, há recursos deixados de fora e o pacote não é tão leve quanto poderia ser. Tem bugs do mesmo jeito. Mas atende a tudo que 90% dos usuários precisam. Um “genérico” do OpenOffice é o NeoOffice. É honesto, vale a tentativa, chega a ser mais interessante no Mac do que o OpenOffice. Os dois, contudo, pecam pela interface. Visual espartano. Chega a dar pena olhar para janelas e ícones tão pobres no MacOS. Se visual for besteira para você, tente os dois. Até o Pages é mais requintado do que o OpenOffice no Mac. E por falar nele, tente experimentar esse programa “desconhecido” dos usuários Windows. É a solução integrada ao pacote iWork (2009), da própria Apple. Ao usar o Pages, você pode salvar todos seus arquivos com uma cópia em formato .doc automaticamente. Vai resolver questões de

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Microsoft Office 2011 para Mac

Novos recursos e visual renovado contrastam com problemas de performance e bugs inexplicáveis. Paulo Rebêlo // Webinsider O jeito mais fácil de ter dor de cabeça no Mac é usar qualquer programa da Microsoft. São pesados, bugados e não funcionam direito. A opção simples seria deixá-los de lado. Contudo, por incompetência ou falta de interesse da própria Apple, até hoje não apareceu um substituto ao Microsoft Office para Mac no ambiente corporativo. O novo Office 2011 para Mac é, de fato, um grande avanço quando comparado às versões 2008 e 2004. Não à toa, os primeiros reviews do produto são só elogios. Primeiro, porque as versões anteriores são muito ruins. Segundo, porque só depois de um certo tempo de uso vamos descobrir que nem tudo são flores.

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Office 2007 traz mudanças radicais e altas exigências

Paulo Rebêlo UOL Tecnologia – link original – dezembro/2006 As escolas de informática vão adorar a nova versão do pacote da Microsoft para programas de escritório. Tudo foi radicalmente modificado no Office 2007, aposentando conceitos que estão em vigor há duas décadas na informática —e na cabeça de quem se acostumou a usar o programa. A proposta do Office 2007 é simples, mas polêmica. Esqueça tudo o que você aprendeu sobre usabilidade e interfaces até hoje, quando você ordenava o software a fazer comandos a partir de um menu (Arquivo, Editar, Inserir, Formatar…) com opções pré-estabelecidas pela fabricante (Abrir, Novo, Salvar, Salvar Como, Imprimir…). Aliás, esqueça a palavra “menu”. Ele não existe mais. Esqueça a noção de comandos e sub-comandos que você só precisa aprender uma vez, já que continuam iguais a cada nova versão. Na análise a seguir, vamos acompanhar as principais mudanças —da instalação ao uso— e as vantagens e desvantagens de migrar para o Office 2007.

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Microsoft aposenta o Outlook Express

Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco – 15.março.2006 Quem diria, o Outlook Express pode estar próximo do fim. O anúncio pegou todos de surpresa, mas chega no momento em que a Microsoft começa a investir em peso na finalização do Windows Vista (sucessor do XP) e, conseqüentemente, na apresentação de um novo gerenciador de e-mail integrado com as novas idéias da empresa para a web. Por enquanto chamado de Windows Mail, o produto está em fase de testes e, ainda este mês, os usuários poderão conferir uma prévia da versão online pelo site http://ideas.live.com O cronograma de lançamento inclui a chegada simultânea de Internet Explorer 7, Windows Vista e Windows Mail. Nos bastidores, porém, espera-se que o gerenciador de e-mail fique pronto antes e seja liberado para download. A idéia é que os usuários usem o Windows Mail no computador e a versão online dele – Windows Live Mail Desktop – em viagens ou ambientes menos seguros, como o PC do trabalho ou em cibercafés. De acordo com um dos programadores da novidade, Lei Fong, ao descrever o Windows Mail no blog oficial de desenvolvimento, o programa vai seguir o conceito de segurança máxima do IE7 e incrementar as ferramentas contra spam,

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Origami: o projeto nada secreto da Microsoft

Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco – 15.março.2006 Um projeto “secreto” da Microsoft, envolvendo outras fabricantes e empresas de tecnologia, foi o maior burburinho em fóruns e sites na internet durante a última semana. Batizado de Origami, tanto segredo revelou-se, oficialmente, um fiasco. O resultado final foi apresentado durante a Cebit, uma das principais feiras de tecnologia do mundo, na semana passada, em Hannover, Alemanha. O Origami nada mais é do que um computador híbrido de notebook e PDA – aqueles do tipo Palmtop e Pocket PC. Em conjunto com a Samsung (Coréia) e a Asus (Taiwan), o Origami da Microsoft funciona como um Tablet PC ultra-fino, com recursos de MP3 Player e prancheta digital, ao mesmo tempo que pode se tornar um gerenciador de contatos e endereços para consulta rápida. O sistema operacional é o Windows XP Tablet PC Edition, otimizado para portáteis. De acordo com um porta-voz da Samsung, por enquanto, o produto exibido na Cebit é apenas um protótipo e tem um tamanho similar a um DVD Player portátil, com tela de 7 polegadas, disco rígido de 40 Gb, teclado sem fio, conexão à internet sem fio (Wi-Fi e Bluetooth) e bateria com duração de três horas e

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Windows Vista para todos os gostos

Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco – 08.março.2006 Depois de anunciar preços e versões individuais do Office 2007, agora a Microsoft oficializa a estratégia de lançamento do Windows Vista, sucessor do XP. O produto final deve chegar às prateleiras até o final do ano – segundo analistas da indústria, possivelmente nas festas de Natal, em conjunto com o novo Office.  O Vista terá várias versões diferentes, um cenário que, na visão da Microsoft em nota oficial, tende a “facilitar” (e não dificultar) a vida do consumidor.   São duas versões voltadas ao usuário doméstico (Home Edition Basic e Premium), uma para profissionais/workstation (Business Edition), uma para grandes corporações (Enterprise Edition), uma edição reduzida para países subdesenvolvidos (Vista Starter, incluindo Brasil, Índia, Tailândia, entre outros) e o Windows Vista Ultimate Edition, que reunirá todas as funcionalidades, sem limitações.   A versão Business substitui o Windows XP Professional. A diferença entre Home Basic e Premium é apenas a inclusão do Media Center, um centro multimídia para TV e gravadores digitais de vídeo, já disponíveis na versão Media Edition do Windows XP, ainda pouco conhecida no Brasil. A exemplo do XP, o mais procurado pelos usuários comuns deverá ser o Business, porque a versão

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Office 2007 sai até o final do ano

Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco – 22.fevereiro.2006 A Microsoft acaba de confirmar os preços e estratégias de distribuição da 12º versão do Office, agora oficialmente batizado de Office 2007. Antes, o codinome utilizado entre os  desenvolvedores era somente “Office 12”, enquanto a empresa se decidia pela continuidade de nomes cronológicos ou não. A fim de coincidir o lançamento com o Windows Vista, a Microsoft promete liberar o produto comercialmente até o final deste ano, quando, também, o sucessor do XP deve chegar às prateleiras. Analistas de mercado nos EUA aguardam a dobradinha para as festividades de Natal. A primeira versão oficial de testes (beta) do Office 2007 foi testada pela Folha, em novembro do ano passado. A segunda edição para teste está prevista para ser liberada em março, com novos recursos e aplicativos adicionais. A grande novidade é a inclusão de uma versão “servidor” (server-based) e uma de alta produtividade (high-end) com programas direcionados a um público restrito, como é o caso da Enterprise Edition e Professional Plus Edition. No Brasil, os preços ainda não foram oficialmente definidos. A filial da Microsoft no País explica que somente em maio poderá divulgar os valores no mercado local. Um pacote reduzido, com

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