OpenOffice 2 é opção gratuita ao MS Office

Paulo Rebêlo Parecia que não ia ter fim. Após dois anos de desenvolvimento e uma dúzia de versões experimentais, finalmente sai a segunda edição do Open Office (OO), o principal concorrente do Microsoft Office em pacotes de escritório. Para quem ainda não conhece, o OO foi criado a partir do antigo Star Office, desenvolvido pela Sun, mas que hoje é vendido pela empresa, apesar de ter praticamente as mesmas funcionalidades do OO. O Open Office é completamente gratuito, ocupa menos da metade do espaço do concorrente da Microsoft e não possui formatos proprietários de arquivo, ou seja, você não fica dependendo do Windows. O pacote inclui editor de textos, planilha, apresentações, banco de dados e utilitário para equações matemáticas. Tudo à distância de um download com 80 Mb e em 36 idiomas, incluindo português do Brasil. Para quem testou as edições beta anteriores, não há mudanças significativas na versão final. No entanto, a grande sacada é invisível ao usuário: a adoção do padrão “OpenDocument” para os arquivos criados no OpenOffice. Trata-se de um formato novo, não-proprietário, diferentemente da extensão .doc da Microsoft e que poderá ser utilizada por uma infinidade de programas e qualquer plataforma – Windows, Linux, MacOS, FreeBSD

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Tudo diferente no Office 2006

Frustração ou revolução? É assim que a maioria das pessoas vai pensar ao instalar o Office 2006, também conhecido como Office 12. Previsto para ser lançado na metade do próximo ano pela Microsoft, promete uma série de mudanças jamais vistas no comportamento do usuário. Parte das novidades já foram apresentadas em edições anteriores do caderno e, hoje, a Folha Informática mostra o que há de realmente novo a partir de um teste da primeira versão beta (para testes) do pacote. Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco – 09.novembro.2005 A aposta é alta e arriscada. Após mais de uma década seguindo o mesmo padrão de funcionalidade no Office, a Microsoft agora quer revolucionar a forma como o usuário trabalha com o pacote de escritório. Quase tudo é diferente, desde a interface (visual) até os atalhos de teclado, passando pela usabilidade e recursos populares, como o copiar-e-colar. Na primeira versão beta, nem todos os aplicativos passaram pela plástica. Os mais alterados, inicialmente, são Word, Outlook, Excel e Powerpoint. Como todo produto inacabado, a instalação foi problemática. O beta1 ainda não dispõe de todos os arquivos de ajuda disponíveis e não pode ser instalado completo. Após meia dúzia de tentativas, marcando e desmarcando programas

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Office 2006 vai salvar em PDF

Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco, 05.out.2005 Agora é oficial: a Microsoft vai fornecer integração e suporte para o formato PDF na próxima versão do Office, prevista para chegar às prateleiras em 2006. Com o recurso, o usuário pode escolher entre salvar os documentos nos formatos tradicionais (doc, xls, ppt…) ou no padrão da Adobe. O PDF não chega a ser totalmente aberto, mas tem compatibilidade com qualquer sistema operacional e com uma infinidade de dispositivos, como celulares, palmtops e acessórios diversos. Com o PDF, os arquivos do Office vão se tornar marcados apenas para leitura. Quem receber os documentos poderá apenas ler e não editar. A desvantagem é que, para abrir os PDFs, o usuário terá que fazê-lo usando o programa Acrobat (gratuito) da Adobe, já que o próprio Office não poderá visualizar. A principal vantagem da nova padronização é poder levar seus PDFs com a certeza que poderá ler em qualquer lugar e qualquer computdor, em Windows, Linux, Macintosh etc. Por ser universal, o padrão também é adotado pela Folha Informática como fonte de arquivos para matérias anteriores e pode ser visto, quase todas as semanas, no rodapé das matérias, em “Serviço”. O leitor apenas faz o download e

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Mudanças radicais na Microsoft

Neste exato momento, milhares de desenvolvedores e representantes das maiores empresas de tecnologia estão com os olhares voltados para a cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos, onde a Microsoft promove a Professional Developers Conference 2005 (PDC). O evento é anual e serve para mostrar aos programadores o futuro das tecnologias e dos softwares com a grife Bill Gates. Este ano, o suspense é realçado por dois motivos: o Windows Vista, o sucessor do XP, já antecipado e testado pela Folha em edições anteriores; e o cancelamento do PDC em 2004, deixando uma lacuna de dois anos. Durante o evento, a empresa revela e divulga, em tempo real, as garras para concorrer com o Google, o Firefox (concorrente do Internet Explorer) e o resto do mundo. Confira as principais novidades que vão começar a aparecer desde agora no seu computador: MSN Messenger 8.0, Office 2006, Start.com, Windows Vista “light”, Virtual Earth e Internet Explorer 7. Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco, 14.setembro.2005 A Professional Developers Conference (PDC) atrai uma multidão todos os anos. Conferências de programadores e desenvolvedores são comuns, até mesmo no Brasil, com o diferencial de que a PDC é organizada pela Microsoft e, por conseguinte, influencia mais de

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Windows 95: dez anos, mas sem festa

Parece que foi ontem. O clichê é pouco para descrever o que era instalar o Windows 95 em um computador “386” com 4 Mb de RAM, requisito mínimo para usar o sistema operacional na época de lançamento, em agosto de 1995. A instalação, quando não dava erro no final, levava pelo menos duas horas. Os felizardos com 8 ou 16 Mb de RAM riam à toa. Missão cumprida, um novo mundo se abria ao usuário de informática, até então acostumado a usar apenas um programa por vez e sem entender direito a utilidade de um segundo botão do mouse. No dia 24 de agosto daquele ano, chegava às prateleiras mundiais o primeiro de uma saga que parece não ter data para terminar. Embalado por um clipe dos Rolling Stones, a campanha de divulgação do Windows 95 custou à Microsoft a bagatela de 300 milhões de dólares, dos quais 12 milhões foram pagos somente à banda de Mick Jagger pela música/clipe “Start me up” – uma alusão ao botão “Iniciar” (Start) do Windows. O Brasil não chegou a ver uma série de mini-carnavais sobre o lançamento, mas nos Estados Unidos a festa promovida pela Microsoft foi grande, com direito a apresentação

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IE7 só funciona com Windows original

A reportagem da Folha testou a primeira versão beta do Internet Explorer 7.0, próxima versão do navegador da Microsoft. A novidade também está embutida no Windows Vista, a ser lançado apenas no final de 2006. O grande dilema para os usuários brasileiros é que, antes mesmo de instalar, o sistema do IE verifica online se o Windows do usuário é original ou não. Caso não seja, a instalação é interrompida e não prossegue . Ainda são poucas novidades neste primeiro teste. Há um recurso “anti-phishing”, que serve para evitar ações de hackers em sites seguros, como bancos e lojas de comércio eletrônico, além de evitar que o usuário seja confundido com sites falsos se passando por verdadeiros para roubar senhas. Uma janela de alerta pula na tela do computador caso você esteja em um site com características de phishing. Vários sites do gênero, já conhecidos pela comunidade de tecnologia, também estão previamente bloqueados no IE. Para administradores de redes, há novas funções de gerenciamento e de compatibilidade, mas nada que mereça muito destaque até o momento. Vários usuários ao redor do mundo reclamaram, porém, que ao instalar o IE7 a barra de ferramentas do Google e do Yahoo deixaram de

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Teste do Vista já está disponível

Na edição passada, a reportagem da Folha mostrou em primeira mão a cara do sucessor do Windows XP, chamado de Windows Vista, a partir de uma versão de testes. Conforme a Microsoft antecipou, na mesma semana foi liberada a primeira versão beta oficial, também testada e mostrada hoje aos leitores. O susto maior é com o tamanho da instalação. Enquanto a versão anterior tinha quase 1 Gb nos arquivos de instalação, a beta1 vem com um DVD de 2.5 Gb. De acordo com a Microsoft, boa parte do excedente é para alocar os drivers de periféricos lançados recentemente e arquivos de compatibilidade. Pelas imagens, dá para ver que o visual continua igual à pré-beta. Há um requinte maior em relação ao XP, porém, sem nada de realmente diferente. Uma versão do Internet Explorer 7.0 foi embutida nesta edição, mas já com defasagem: não inclui os recursos de segurança testados no beta específico do IE7, liberado pela empresa para teste em máquinas com Windows 2000 e XP. O Vista também tem funções contra spyware,com o Microsoft Antispyware incluso. Na performance, o novo Windows não é tão rápido quanto a Microsoft propaga, mas promete. Os programas integrados (da própria empresa) carregam um

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OneCare é a nova aposta da Microsoft contra ataques

A “fórmula” de segurança integrada da Microsoft está mais próxima de ficar pronta. O software antivírus da empresa, que já foi abordado em edições anteriores da Folha, acaba de chegar à primeira versão de testes (beta) oficial. Chamado de OneCare, trata-se de um aglomerado de funções para melhorar a performance do computador e proteger de ameaças. Funciona como um aliado do AntiSpyware da Microsoft, já disponível para download há três meses. Por enquanto, apenas usuários selecionados estão testando o OneCare. A empresa ainda não sabe informar quando haverá uma versão pública, mas garante que é para breve. De acordo com Ryan Hamlin, gerente do departamento de “Care and Safety Group” da Microsoft, o lançamento do OneCare é o “próximo passo para ajudar os consumidores do Windows a deixar o PC sempre saudável”, disse em nota oficial. Na versão final, o OneCare vai integrar antivírus, anti-spyware e um firewall mais robusto do que o disponível no XP. Enquanto isso, mal divulgou a versão 7.0 do MSN Messenger, a Microsoft já deu início aos testes da 7.5, atualmente em estágio bem inicial e pouco diferente da atual edição. Há poucos avanços e os maiores destaques ficam nos recursos multimídia do mensageiro. Dá

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Opções para programas de uso diário

Software Livre 3/3 Paulo Rebêlo [email protected] Na primeira matéria da série sobre software livre (16 de fevereiro), a Folha mostrou como substituir o Windows por um sistema operacional Linux, de código aberto e gratuito. Na segunda (23 de fevereiro), testamos os principais pacotes de escritório (texto, planilha, apresentação) para você trocar o Microsoft Office. Agora, vamos ver quais são as outras opções que você pode usar, tanto no Windows como no Linux, para não se escravizar com programas caros e pouco funcionais. Depois das tarefas básicas, é comum o usuário precisar de um bom programa para editar fotos e gerenciar imagens. O destaque é o Gimp, uma alternativa que bate de frente com o Adobe Photoshop. A diferença? O primeiro é gratuito, enquanto o segundo custa algumas centenas de reais. Claro que não apenas isto, pois o Gimp também é a escolha preferida de muitos especialistas, mesmo quando eles têm dinheiro para comprar o Photoshop. O programa nasceu na plataforma Linux mas, logo depois, ganhou versão para Windows. A interface pode parecer complicada no início, mas nada que a prática não resolva. Para substituir o MSN Messenger, talvez o mais popular para conversar na Rede, existem várias opções. Uma delas

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