Os problemas do cidadão recifense

Desafios // Pesquisa da Fafire mostra que saúde e segurança preocupam mais a população Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco – 03.agosto.2008 Todo candidato garante conhecer os problemas e anseios da população. Em certas ocasiões, beiram a soberba. Os números e pesquisas pelos quais costumam gerar seus planos de governo, contudo, raramente são publicados. A fim de tentar preencher uma lacuna informativa sobre os desafios para os próximos prefeitos da Região Metropolitana do Recife (RMR), o Grupo de Estudos do Macroambiente Empresarial de Pernambuco (Gemepe), ligado à Faculdade Frassinetti do Recife (Fafire), acaba de divulgar um amplo levantamento sobre a percepção dos habitantes e suas principais dificuldades como cidadãos.

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Bolsa Família: oposição mudou de lado

Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco – 29.julho.2008 Nas comunidades por onde passa na periferia do Recife, o candidato Mendonça Filho (DEM) tenta desfazer o mito pelo qual ele seria contra o Bolsa Família. A tentativa, contudo, não anula o histórico do partido. Além do DEM, a aliança PSDB-PMDB igualmente não é conhecida por medir críticas mordazes ao programa. (Leia alguns questionamentos ao lado).

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O que esperar do futuro prefeito?

RECIFE // Campanha eleitoral tem início oficialmente neste domingo e, com ela, começa o período de discussão sobre os problemas da cidade ___ Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco 06.julho.2008 ___ Ser prefeito de uma cidade como o Recife requer várias qualidades. E ter boa memória deveria ser uma das principais virtudes exigidas pelo eleitor, cujas recordações políticas são, historicamente, poucas. Memória para lembrar, depois de eleito, todas as promessas da campanha eleitoral que se inicia oficialmente neste domingo. Memória para recordar os problemas crônicos, atemporais, imemoriais do Recife. Memória para ter humildade, buscando soluções pragmáticas para o grande desafio de gerenciar uma cidade que é ícone de tantos índices sociais negativos.

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Pesquisa estadual esquenta debate sobre Bolsa Família

Social // O desafio de atender situações extremas sem aumentar o grau de dependência Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco – 15.junho.2008 Como continuar distribuindo dinheiro para quem não tem emprego, sem perpetuar a pobreza? Ao considerar que a qualificação profissional não é um requisito, eis um dos principais dilemas do Bolsa Família e, ao mesmo tempo, alicerce das maiores críticas de quem acredita que o programa só ajuda a aumentar o já latente assistencialismo praticado no Brasil.

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Bolsa Família atende 43,1% em Pernambuco

Pesquisa // Subsídios para reduzir a dependência do programa social e o nível da pobreza Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco – 13.junho.2008 Entre as diversas críticas contra o Bolsa Família, uma das mais contundentes é a falta de maior rigor científico na aplicação do recurso, pelo qual teoricamente se perpetuaria o assistencialismo às camadas menos favorecidas da população. Pela primeira vez desde a criação do programa em janeiro de 2004, uma pesquisa com números detalhados sobre o Bolsa Família em Pernambuco chega aos gabinetes do governo do estado.

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GeoSNIC : atlas digital para o desenvolvimento

Políticas públicas // Ministério das Cidades reúne 800 indicadores de todos os 5.564 municípios brasileiros em site com consulta aberta Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco – 13.abril.2008 Guardado a sete chaves pelo governo federal até agora, o atlas digital com imagens de satélite em alta definição e quase 800 indicadores para todos os 5.564 municípios brasileiros está quase pronto. Coordenado pelo Ministério das Cidades, o atlas recebe sua primeira divulgação oficial esta semana, durante a Marcha dos Prefeitos, em Brasília. Batizado de Geosnic, a ferramenta é gratuita e fica aberta para consulta de qualquer cidadão, pela internet, além de receber atualizações e estatísticas de gestores públicos interessados em contribuir para a base de dados.

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Em Pernambuco, área de baixo IDH tem mais suicídio

A região pernambucana que concentra municípios de baixo IDH-M (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) — na parte do Estado que faz divisa com Alagoas —, apresenta alto índice de depressão seguida de ações contra a própria vida. O alerta foi feito pelo Cremepe (Conselho Regional de Medicina de Pernambuco) e o Sindicato dos Médicos, que em abril deste ano promoveram caravanas de estudo presencial em várias cidades da região e, em junho, apresentaram os primeiros resultados parciais.

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Pior IDH do Brasil impulsiona o desenvolvimento de Manari

Paulo Rebêlo PNUD / Nações Unidas 9 de julho de 2004 Terça-feira, 20h. Em meio à praça, jovens com um caderno debaixo do braço se escoram em uma árvore, conversando sobre a aula de Informática que acabou há pouco. Um pouco mais adiante, um trailer vende refrigerante, sanduíches e salgados para três animados grupos que parecem esperar por mais gente ainda naquela noite. Das janelas abertas nas casas ao redor, outras tantas pessoas observam o movimento ou esperam os filhos chegarem da escola. Tudo parece uma cena comum e corriqueira em qualquer cidade, mas não aqui em Manari. Há dois anos, este pequeno município no Sertão de Pernambuco parecia viver isolado do mundo. Bastava o céu escurecer para que as janelas se fechassem e a praça ficasse deserta, em desconfortável silêncio para os raros viajantes que por ali passavam. Foi em 2004 que estivemos pela primeira vez neste pequeno município que beira a divisa de Alagoas e dista 400 quilômetros a sudoeste do Recife, só existindo como um ponto do mapa em que o Guia Rodoviário alerta, ainda hoje, os improváveis viajantes: não há estradas para Manari, apenas um trecho com 30 quilômetros improvisado de barro — e ao chegar,

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