Quanto vale para você o serviço de e-mail?

Se o e-mail é realmente importante para você, veja algumas alternativas para personalizar e manter seguro seu endereço principal, aquele que você não coloca em formulários na internet e nem usa em listas de discussão. Paulo Rebêlo Webinsider – 02.out.2009 Está na moda dizer que e-mail virou coisa de tiozinho. Em tempos de Twitter, Facebook e Gtalk, é no mínimo curioso como o planeta inteiro entra em pânico quando o Gmail sai do ar. Se o e-mail ainda é tão importante para as pessoas, por que elas preferem depender quase exclusivamente de um serviço gratuito? Muita gente garante que é porque o Gmail ainda é a melhor opção disponível. Talvez seja, mas é bom ter opções. Sobretudo porque em geral só temos como referência comparativa o e-mail do provedor de acesso. Vejamos abaixo algumas alternativas para quem deseja personalizar um endereço realmente importante, daqueles que você não coloca em formulários na internet e nem usa em listas de discussão. Para os novatos, uma dica rápida: POP3 é o serviço que permite baixar as mensagens para seu computador, via Outlook, Thunderbird e outros. IMAP é o protocolo que faz sincronia entre seu computador e o servidor, ou seja, ele não baixa as

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Especial: e-mail traz riscos à privacidade e segurança do PC

Paulo Rebêlo Universo Online (UOL) – 31.dez.2007 link original Está para surgir ferramenta tão eficaz na Internet quanto o correio eletrônico. Por mais que se fale em mensageiros rápidos, nada supera a conveniência de ler e responder suas mensagens na melhor ocasião, seja formalmente ou apenas para uma conversa entre amigos. E é justamente pelo caráter diversificado que muita gente deposita confiança demais no e-mail —um erro grave. Uma caixa postal pode ser lida a qualquer momento, mesmo por quem não é hacker ou usa programas especiais.

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Microsoft aposenta o Outlook Express

Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco – 15.março.2006 Quem diria, o Outlook Express pode estar próximo do fim. O anúncio pegou todos de surpresa, mas chega no momento em que a Microsoft começa a investir em peso na finalização do Windows Vista (sucessor do XP) e, conseqüentemente, na apresentação de um novo gerenciador de e-mail integrado com as novas idéias da empresa para a web. Por enquanto chamado de Windows Mail, o produto está em fase de testes e, ainda este mês, os usuários poderão conferir uma prévia da versão online pelo site http://ideas.live.com O cronograma de lançamento inclui a chegada simultânea de Internet Explorer 7, Windows Vista e Windows Mail. Nos bastidores, porém, espera-se que o gerenciador de e-mail fique pronto antes e seja liberado para download. A idéia é que os usuários usem o Windows Mail no computador e a versão online dele – Windows Live Mail Desktop – em viagens ou ambientes menos seguros, como o PC do trabalho ou em cibercafés. De acordo com um dos programadores da novidade, Lei Fong, ao descrever o Windows Mail no blog oficial de desenvolvimento, o programa vai seguir o conceito de segurança máxima do IE7 e incrementar as ferramentas contra spam,

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Google Talk: mais um round na luta dos mensageiros

Os fãs do Google estão em polvorosa. Acaba de chegar à Internet o Google Talk, a primeira investida da empresa no setor de mensagens instantâneas. O lançamento ocorre após a popularização do Google Mail, serviço de e-mail gratuito com 2 Gb de espaço que já conquistou muita gente. Ao mesmo tempo, coincide com a chegada da nova versão (7.5) do MSN Messenger da Microsoft, hoje o mensageiro mais popular entre os internautas brasileiros. A briga só está começando, então, vale a pena conhecer as novidades do Google Talk e como dar os primeiros passos no programa. Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco, 31.agosto.2005 Simplicidade. É a palavra que melhor define o Google Talk, lançado na última terça-feira em versão experimental, apenas para os atuais usuários do Google Mail. Quem ainda não tem uma conta no GMail, pode pedir um “convite” para quem já tem ou, mais fácil ainda, entrar no Orkut. A rede de relacionamentos, cuja grife também é Google, oferece gratuitamente contas de Gmail para quem quiser, é só observar os avisos na página inicial do seu perfil. Enquanto os concorrentes incrementam cada vez mais os programas com gráficos ultra-coloridos, notícias em tempo real, comércio eletrônico e muita propaganda, o

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Conselho Federal de Jornalismo

Sem consenso não há democracia Paulo Rebêlo Observatório da Imprensa, 24.agosto.2004 A expressão do título soa como demagogia barata. Talvez até o seja. Porém, a manutenção e o fortalecimento da democracia também são outras duas bandeiras levantadas por quem defende a criação do Conselho Federal de Jornalismo da forma como está encaminhado. Pois bem, então falemos de democracia. Há algo claro como a luz do dia: se temos metade a favor e outra metade contra, então não há consenso. E se não há consenso, há democracia? Nunca vimos um assunto relacionado ao próprio umbigo da imprensa ter tanta repercussão. Até cansou ver tanta gente diferente falando e escrevendo sobre a mesma coisa e com tantas agressões gratuitas em debates pela internet. O fato é que a criação do Conselho está a anos luz de um consenso. O mínimo de humildade que se pode ter numa hora dessas é aceitar isso. Quem irá arcar com a responsabilidade de aprovar um projeto assim? Não é preciso ir longe para perceber a divisória. Enquetes foram realizadas em vários sites de jornais e revistas, inclusive neste Observatório, e só mostraram o esperado: metade para lá, metade para cá. Afora as enquetes virtuais, basta entrar

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Controle Público vs. descontrole privado

Paulo Rebêlo Observatório, 10.agosto.2004 O site Controle Público (www.controlepublico.com.br) foi retirado do ar repentinamente [veja remissão abaixo para nota de Ricardo A. Setti quando da estréia do site]. Criado em 2002 pela Folha de S.Paulo e o UOL (Universo Online), o projeto prestava um importante serviço à sociedade ao reunir um extenso banco de dados com informações eleitorais, pessoais e patrimoniais de mais de cinco mil políticos brasileiros que participaram das eleições de 1998, 2000 e 2002. De acordo com o site/blog AdVillage, o serviço foi cortado nos recentes planos de reestruturação do Grupo Folha. Durante o ano de estréia, Controle Público ganhou menção de “Melhor Contribuição à Imprensa” no Prêmio Esso de Jornalismo. No mesmo ano, Fernando Rodrigues, autor do projeto, levou o troféu do Prêmio Líbero Badaró na categoria de “Webjornalismo”. Sem contar diversas honrarias e menções durante congressos de jornalismo mundo afora. Falta-me competência para opinar sobre as nuanças dos cortes no Grupo Folha, porém, é lamentável e muito sinistro que em plena véspera de eleições o Controle Público tenha saído do ar sob argumento de contenção de despesas. Também não faço a menor idéia de quanto custa para manter o site funcionando e como é o

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Mobilidade de urgência

Paulo Rebêlo (*) Observatório, 27.julho.2004 Nenhum jornal brasileiro parece ter atentado ao fato de que o leitor está se tornando cada vez mais móvel. E não é de agora. A leitura diária do jornal, como hábito, vício ou necessidade, há muito deixou de carregar aquela aura de romantismo em que o cidadão folheia os cadernos enquanto toma um delicioso café preto com torradas feitas na hora. Ao menos para a maioria. Necessidade profissional ou masoquismo, a gente precisa ler jornal em qualquer lugar, a qualquer momento, da forma mais objetiva possível. A quem se acostumou a ler bastante na internet, o site do jornal ajuda bastante no quesito rapidez e facilidade, porém, não é mais suficiente. Alguns jornais possuem sites grotescos de tão pesados e bugados. Talvez o exemplo mais notório seja o site do Jornal do Brasil. E falo sem o menor temor de ser interpretado erroneamente, pois qualquer usuário, por mais leigo que seja, pode reconhecer isso de longe. Então o segredo é ter sites leves? Durante um tempo, até foi. Não mais. Bons exemplos de leveza e facilidade são Folha de S.Paulo e Diário de Pernambuco. Basta um pouco de atenção e o próprio usuário pode ir

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RAC – parte 05

Observatório, 07.outubro.2003 ARQUIVO DE NOTÍCIAS Com usar scanner com rapidez e qualidade (*) Paulo Rebêlo (**) Reportagem auxiliada por computador – parte 5 No capítulo anterior [remissões abaixo], pudemos ver uma série de dicas técnicas e sugestões sobre como digitalizar conteúdo do papel, para que você incremente ainda mais o seu arquivo pessoal de notícias. Agora, as dicas finais sobre o tema. Digitalizar em colorido ou preto e branco? Nenhum dos dois. A melhor relação tempo/produtividade é usar tons de cinza, o chamado grayscale. Outra: nunca use a opção de digitalizar em “modo texto”, mas escolha sempre o modo imagem, mesmo que você vá digitalizar apenas texto. O modo texto é indicado para reconhecimento de caracteres (OCR), ou seja, aquele recurso de digitalizar um texto e editá-lo diretamente no Word. O tal do OCR pode funcionar para muita gente, mas para mim nunca funcionou direito. Sempre é preciso perder um precioso tempo editando o texto final no Word, pois o software de reconhecimento de caracteres nunca consegue reconhecer 100%. E isso em inglês. No caso de textos em português, a situação fica ainda pior. Ao digitalizar como imagem, você não poderá editar o texto no Word, mas poderá ler de

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RAC – parte 04

Observatório, 30.setembro.2003 ARQUIVO DE NOTÍCIAS Como digitalizar conteúdo do papel Reportagem auxiliada por computador – parte 4 (*) Paulo Rebêlo (**) No capítulo anterior [remissões abaixo], tivemos as últimas noções sobre como criar uma série de palavras-chave e nomenclaturas para organizar seu arquivo de notícias para consulta offline. O fato é que salvar conteúdo da internet para armazenar no computador é um processo bem rápido. O problema é armazenar conteúdo que não esteja na internet, como é o caso de muitas revistas que não abrem as matérias para leitura online e de jornais que abrem apenas para assinantes. A única maneira é digitalizar (“escanear”) o papel impresso. Funciona, mas com certos problemas: ** Digitalizar documentos requer muita paciência, pois é um processo demorado. E tempo é tudo que nós não temos. ** Scanners domésticos são lentos e são poucos modelos que conseguem digitalizar com qualidade quando a tampa está aberta. Sim, porque manter a tampa sempre aberta enquanto se digitaliza várias páginas nos economiza bastante tempo. ** É muito mais trabalhoso (e chato) ficar virando páginas e mais páginas na revista, comparado ao clicar de mouse para passar à pagina seguinte na internet. ** Depois de digitalizado, quase sempre é

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