Especial: e-mail traz riscos à privacidade e segurança do PC

Paulo Rebêlo Universo Online (UOL) – 31.dez.2007 link original Está para surgir ferramenta tão eficaz na Internet quanto o correio eletrônico. Por mais que se fale em mensageiros rápidos, nada supera a conveniência de ler e responder suas mensagens na melhor ocasião, seja formalmente ou apenas para uma conversa entre amigos. E é justamente pelo caráter diversificado que muita gente deposita confiança demais no e-mail —um erro grave. Uma caixa postal pode ser lida a qualquer momento, mesmo por quem não é hacker ou usa programas especiais.

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RAC – parte 05

Observatório, 07.outubro.2003 ARQUIVO DE NOTÍCIAS Com usar scanner com rapidez e qualidade (*) Paulo Rebêlo (**) Reportagem auxiliada por computador – parte 5 No capítulo anterior [remissões abaixo], pudemos ver uma série de dicas técnicas e sugestões sobre como digitalizar conteúdo do papel, para que você incremente ainda mais o seu arquivo pessoal de notícias. Agora, as dicas finais sobre o tema. Digitalizar em colorido ou preto e branco? Nenhum dos dois. A melhor relação tempo/produtividade é usar tons de cinza, o chamado grayscale. Outra: nunca use a opção de digitalizar em “modo texto”, mas escolha sempre o modo imagem, mesmo que você vá digitalizar apenas texto. O modo texto é indicado para reconhecimento de caracteres (OCR), ou seja, aquele recurso de digitalizar um texto e editá-lo diretamente no Word. O tal do OCR pode funcionar para muita gente, mas para mim nunca funcionou direito. Sempre é preciso perder um precioso tempo editando o texto final no Word, pois o software de reconhecimento de caracteres nunca consegue reconhecer 100%. E isso em inglês. No caso de textos em português, a situação fica ainda pior. Ao digitalizar como imagem, você não poderá editar o texto no Word, mas poderá ler de

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RAC – parte 04

Observatório, 30.setembro.2003 ARQUIVO DE NOTÍCIAS Como digitalizar conteúdo do papel Reportagem auxiliada por computador – parte 4 (*) Paulo Rebêlo (**) No capítulo anterior [remissões abaixo], tivemos as últimas noções sobre como criar uma série de palavras-chave e nomenclaturas para organizar seu arquivo de notícias para consulta offline. O fato é que salvar conteúdo da internet para armazenar no computador é um processo bem rápido. O problema é armazenar conteúdo que não esteja na internet, como é o caso de muitas revistas que não abrem as matérias para leitura online e de jornais que abrem apenas para assinantes. A única maneira é digitalizar (“escanear”) o papel impresso. Funciona, mas com certos problemas: ** Digitalizar documentos requer muita paciência, pois é um processo demorado. E tempo é tudo que nós não temos. ** Scanners domésticos são lentos e são poucos modelos que conseguem digitalizar com qualidade quando a tampa está aberta. Sim, porque manter a tampa sempre aberta enquanto se digitaliza várias páginas nos economiza bastante tempo. ** É muito mais trabalhoso (e chato) ficar virando páginas e mais páginas na revista, comparado ao clicar de mouse para passar à pagina seguinte na internet. ** Depois de digitalizado, quase sempre é

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RAC – parte 03

Observatório, 16.setembro.2003 ARQUIVO DE NOTÍCIAS Reportagem auxiliada por computador – 3 (*) Paulo Rebêlo (**) No capítulo anterior [veja remissão abaixo] aprendemos como usar palavras-chave para nomear os arquivos que farão parte do arquivão digital de notícias, para que lá na frente a gente consiga encontrá-los mais facilmente. Usamos exemplos práticos com reportagens da Folha de S.Paulo e com diferentes datações. Os jornais diários publicam bastante conteúdo descartável e a maioria das reportagens envelhecem rápido. Cabe a você usar sua perícia em filtragem para saber o que pode vir a servir no futuro. Por “servir” entenda não apenas como base para futuras matérias, mas sobretudo como fonte de conhecimento histórico na palma da mão. Particularmente, acho bem interessante salvar todos os obituários que leio em jornais, sobretudo aqueles com matérias especiais falando sobre vida e obra do falecido. A cada ano, se produz mais e mais notícias. Ao ler uma reportagem do ano passado sobre determinado assunto, não raro temos a impressão de que o texto parece ter sido escrito há bem mais tempo. Então, agora que aprendemos a nomear os arquivos a partir de palavras-chave e datas, resta a pergunta: como vamos salvar os textos? Em que formato? Existem

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RAC – parte 02

Observatório, 09.setembro.2003 ARQUIVO DE NOTÍCIAS Reportagem auxiliada por computador – 2 (*) Paulo Rebêlo (**) No capítulo anterior [veja remissão abaixo], vimos a importância de manter um arquivo pessoal de notícias e as eventuais situações em que ele é necessário. Agora, cabe a você escolher o tipo de solução para criar seu arquivo: a) adotar soluções paliativas, porém funcionais e eficientes; b) investir tempo (e às vezes dinheiro) em criar algo mais produtivo e sofisticado, usando banco de dados (ex.: Access, Filemaker Pro, SQL…), planilhas eletrônicas (ex.: Excel, OpenCalc…) e gerenciadores financeiros (Money, Quicken, Turbotax). Para jornalistas e outras profissões menos técnicas no informatiquês, é compreensível que optemos pela primeira opção, sobretudo em detrimento da falta de tempo inerente ao jornalismo. Até porque, há de se convir, quem escolhe a segunda opção talvez nem precise continuar lendo este guia. Reportagem auxiliada por computador (do inglês Computer Assisted Reporting – CAR), conceitualmente, envolve a segunda opção. É a aplicação de técnicas mais avançadas, como uso de banco de dados e planilhas eletrônicas, nas reportagens. Evidentemente, também inclui a manutenção de um arquivo próprio para consulta offline, utilizando as mesmas ferramentas. Trabalhar com planilhas e bancos de dados assusta bastante. Só que

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RAC – parte 01

Observatório, 02.setembro.2003 ARQUIVO DE NOTÍCIAS Reportagem auxiliada por computador – 1 (*) Paulo Rebêlo (**) São poucos os profissionais conscientes da importância de manter um arquivo pessoal de notícias, seja em banco de dados, planilha eletrônica ou, simplesmente, arquivos e pastas dentro de outras subpastas aleatórias no computador. É recompensador encontrar, em fração de segundos, uma estatística, reportagem, pesquisa ou entrevista importante na hora de fechar uma matéria ou de preparar uma suíte para uso posterior. Com o sistema de busca do próprio Windows (ou Linux, ou MacOS) é possível fazer maravilhas apenas procurando pelo nome dos arquivos ou por palavras-chave. E o melhor de tudo: sem depender da internet. O principal motivo de “perder” um pouco de tempo montando um arquivo pessoal é justamente não aumentar ainda mais nossa aguda dependência da internet para pesquisas ou da base de dados interna da redação. Hoje, com a maioria das redações e agências plugadas à rede por conexões em banda larga, pode parecer perda de tempo manter um arquivo pessoal para consulta offline. Não é. No caso de jornalistas free-lancers é duplamente importante, pois não há nenhuma base de dados interna disponível para consulta. Paraíso das ilusões Conexão em banda larga

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Sobre as fraudes por e-mail

Observatório, 29.julho.2003 Paulo Rebêlo (*) A falta de segurança na troca de informações pela internet é sistêmica, por mais que a imprensa publique matérias e mais matérias sobre a importância da segurança digital nos dias de hoje. O traumático é constatar: nós jornalistas somos os primeiros a acreditar que nunca vamos ter problema com tentativas de fraude ou de sofrer difamações pela internet. A premissa vale para todo tipo de usuário, seja qual for sua profissão. A maior maravilha da internet é o e-mail. Rápido, eficiente, objetivo. No entanto, tecnicamente falando, o e-mail é frágil, incerto e extremamente inseguro. Você precisa saber sua senha para checar suas mensagens pelo programa de correio eletrônico ou pelo webmail. Só que não precisa de senha para enviar mensagens. Ninguém precisa. Aquele nome que aparece como “remetente” (sender) é criado de acordo com o gosto do freguês. É possível escrever qualquer coisa ali. Posso criar uma conta de e-mail gratuita assim: e escrever “Microsoft President” no campo remetente. Então envio e-mail às redações brasileiras dizendo que sou Bill Gates em temporada de férias no Brasil e quero dar entrevista coletiva. Claro que é apenas um exemplo hipotético e irônico. Fato é que apenas essas

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