A inflação na publicidade das redes sociais

Começa outra festa profana: o festival da publicidade mucho lôka para a campanha eleitoral que se aproxima. Imagens com cortes inacreditáveis, fotografias sem definição, textos com erros primários de grafia, cores sem estudo, tipografias sem critério e uma série de outras ações que a tecnologia faz o imenso favor de diminuir o alcance e aumentar o custo para quem paga.

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Quando (ou quanto) vale bloquear o Facebook?

Em situações de crise e emergência, a facilidade de multiplicar absolutamente qualquer coisa no Facebook e no Whatsapp abre as portas para o caos. Quando as primeiras explosões foram ouvidas no Sri Lanka, no domingo de Páscoa (21), uma das primeiras medidas adotadas pelo governo foi bloquear totalmente o acesso às redes sociais e ao Whatsapp.

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Será que governos devem regular as redes sociais?

Quinta-feira, 11 de abril, foi a primeira de sete etapas por onde 900 milhões de eleitores (!!!) vão às urnas na Índia, um país com comportamentos digitais parecidos ao Brasil. Sim, as fake news por Whatsapp e redes sociais tomaram conta da vida dos indianos. Igualmente similar ao Brasil, a população está perdida na espiral da desinformação e as instituições não sabem o que fazer.

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Fakebook

Paulo Rebêlo Webinsider – 11.junho.2014 | link Quer ganhar dinheiro com o Facebook? Seja intermediário para vender anúncios pagos para páginas de empresas ou campanhas políticas. Quer perder dinheiro com o Facebook? Pague por esses mesmos anúncios. Apesar de uma derrota judicial ser improvável, espera-se para breve um aumento significativo de ações, nos Estados Unidos, por causa de maquiagem nas estatísticas do Facebook. Gradativamente, empresas que investiram milhares de dólares começam a suspender a verba para anúncios. Há exatamente um ano, a Securities and Exchange Commission trouxe o assunto à tona, até então restrito aos círculos de programadores insatisfeitos com a falta de transparência e total impossibilidade de verificação dos números do Facebook. Agora em 2014, o Facebook divulgou um extenso (e juridicamente obrigatório) relatório onde admite que até 11% da base de usuários pode ser falsa. Se tiver paciência, o documento oficial está na página para investidores. Antes disso, em 2012, uma longa reportagem do New York Times já mostrava a primeira parcela do problema. O pior ainda estava por vir. No Brasil, o mundo das agências e dos aventureiros segue de vento em popa, vendendo a multiplicação dos seguidores das páginas oficiais de empresas e candidatos. A conta

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