Macbook Xingling

Paulo Rebêlo Webinsider link A primeira geração do Macbook Air foi apresentada por Steve Jobs em 2008, naquela célebre cena do envelope. Veja o vídeo aqui. No dia seguinte, já vendia feito água. Os primeiros concorrentes surgiram quase um ano depois. Falharam e saíram de linha. Hoje, quase seis anos desde 2008, estamos vendo uma chuva de notebooks parecidos ao Air. Com Windows, há notebooks com hardware superior aos modelos da Apple. Mas, por que precisam usar a mesma cor do Macbook e, até mesmo, teclado e trackpad tão parecidos para convencer? Talvez porque não seja preciso um PhD em psicologia ou MBA em administração para dizer que a gente compra primeiro com os olhos e depois com o bolso. O problema é o legado de atraso que as principais fabricantes de PCs estão nos deixando. Em um mercado movido a inovação, é incompreensível que as principais marcas não consigam apresentar uma novidade digna de destaque e, principalmente, de investimento na compra. Atestado de incompetência duplamente exposta, porque também revela a ineficácia na gestão do capital humano entre design e engenharia. A Apple descobriu isso cedo e soube capitalizar em cima do design, às vezes passando por cima até mesmo

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Como e por que instalar Windows no Mac?

Paulo Rebêlo UOL / Webinsider – 23.out.2012 link Muita gente acha uma heresia colocar Windows no Mac. É pueril demais toda a velha discussão sobre qual seria o melhor sistema operacional no mercado. Para profissionais da área, acredito que a questão ultrapasse modismos ou preferências pessoais. Há uma série de razões para ter o Windows a tiracolo. A primeira delas é de natureza pragmática: o mundo inteiro ainda usa Windows. Mesmo que todos os seus amiguinhos tenham comprado um Macbook. A segunda é de natureza técnica, embora eventual. Quem tem a infelicidade de depender do Microsoft Office já deve ter notado que trata-se da pior experiência que se tem no Mac. Leia mais aqui. Os aplicativos do Office para Mac são pesados, travam sem motivo aparente e estão sempre um passo atrás em termos de recursos quando comparados ao Office para Windows. Quer alternativas? Leia aqui. Problema mesmo é se você depender profissionalmente do Excel. Apesar do limite matemático ser de pouco mais de 1 milhão de linhas a partir do Excel 2007, a versão para Mac simplesmente não consegue gerenciar direito planilhas com milhares de registros. Se você abrir um arquivo gigante no Excel 2010 do Windows, funciona bem. No Excel

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Windows 8: novos recursos e velhas frustrações

Integração nativa ao Skydrive, sincronização na nuvem e visual de tablet são os principais trunfos do Windows 8. Basta uma única conta para acessar sua vida transformada em arquivo, a exemplo do iCloud do Apple. Paulo Rebêlo Webinsider / UOL – 20.outubro.2012 link Muita gente tem se manifestado negativamente sobre o novo visual do Windows 8. Não existe mais o botão Iniciar e, às vezes, é preciso gastar um ou dois cliques a mais para encontrar algo. Exemplo: para descobrir onde estão “todos os programas”, temos que levar o mouse até o canto inferior da tela, esperar abrir uma barra, clicar com o botão direito, depois clicar no ícone que vai aparecer ao fazer isso, para só então escolher “todos os apps”. Sim, porque agora os programas são chamados de apps e a Microsoft criou sua própria Windows Store para baixar e comprar aplicativos e jogos. O botão Iniciar, um ícone do sistema operacional desde o Windows 95, sai totalmente de cena e dá espaço a uma interface com jeito de tablet. É uma tentativa curiosa de aproximar o PC doméstico da mobilidade dos portáteis. A interface é a mesma para usar mouse e o teclado; e também os dedos

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Bicho da maçã: vírus no Mac

Paulo Rebêlo Webinsider/UOL – 09.abr.2012 link O alerta de quase 600 mil Macs infectados por vírus é o fim da picada. Muita gente traumatizou-se tanto com os vírus no Windows que, quando alguém diz “Mac não pega vírus”, praticamente entrega o passaporte carimbado para um Macbook na loja mais próxima. Conheço várias dessas pessoas que migraram do PC para Mac unicamente para não se preocupar em “ter cuidado na internet” ou tentar descobrir se o antivírus está atualizado ou não. É um alívio ter que se preocupar apenas com o seu trabalho sem medo daquela sua tia lá de Marabá que aprendeu a usar internet e envia doze arquivos de Powerpoint por dia para o seu e-mail. Ali pelos anos 80 e início dos 90, era quase uma verdade universal que as próprias empresas de segurança criavam vírus para ter mercado. Com o advento da internet, essa teoria perdeu o sentido porque nós fazemos o trabalho deles. Hoje, essas empresas só precisam se preocupar em criar alarmes e tocar o terror. É tanta gente infectada (sem nem desconfiar) e tanta gente que ainda usa Windows sem antivírus que, na prática e na planilha, o lucro dessas empresas de segurança só duplica a cada ano. E

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A palavra-chave para o futuro da Apple

Paulo Rebêlo Webinsider/UOL – 06.out.2011 link Para o mercado, nada muda com a morte de Steve Jobs. Em termos de inovação, porém, o futuro da Apple reside em apenas uma palavra-chave: conivência. Grandes empresas de tecnologia como Apple, Google, Facebook e Microsoft funcionam como nações presidencialistas e sem um federalismo forte. Não importa quantos prefeitos e governadores reivindiquem decisões. A decisão final sempre irá passar pelo crivo do presidente. Você pode ter dez ministros corruptos. Eles só continuam no cargo se você for conivente. O mesmo vale para programadores e engenheiros de software. A conivência com falhas é universal para cargos e funções. Desde que Bill Gates deixou o cotidiano da empresa para se dedicar apenas à filantropia, o mundo nunca mais viu sequer um grande produto da Microsoft. Trinta anos depois, a Microsoft tornara-se uma empresa sem orientação clara e definida, mesmo tendo alguns dos melhores engenheiros do mundo. Quem ainda escuta alguma coisa do Yahoo? Perdemos as contas de quantos presidentes e CEOs começaram a dar as cartas, sempre com as decisões questionadas ou emperradas por vários “governadores”. Qual foi o último grande produto do Yahoo, aliás? Temos a America Online (AOL) que durante anos foi sinônimo de

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Lion não é o rei da selva

Paulo Rebêlo Webinsider/UOL – 21.jul.2011 link Se você é semi-cardíaco feito eu, o Mac OS X Lion é quase um atentado às pontes de safena da humanidade. Interessante notar que, se depender dos sites especializados em Apple e a legião de adoradores de Steve Jobs, o Lion é praticamente a última coca-cola no deserto. A bala que matou Kennedy. A gilete da Vera Fischer. Já mostramos as principais novidades deste novo Mac OS. Agora, vejamos os sustos que podem lhe tirar um pouco de paciência. Pequenos problemas presentes desde a primeira versão beta do Lion (testamos todas) até a versão final que você pode comprar na App Store por 29 dólares.

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Por dentro do Mac OS X Lion

Conheça as principais novidades do novo sistema operacional da Apple, os cuidados e perigos antes de instalar, requisitos mínimos, dicas de sobrevivência na selva e como fazer um pendrive de boot para instalar o Lion em várias máquinas.

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Microsoft Office 2011 para Mac

Novos recursos e visual renovado contrastam com problemas de performance e bugs inexplicáveis. Paulo Rebêlo // Webinsider O jeito mais fácil de ter dor de cabeça no Mac é usar qualquer programa da Microsoft. São pesados, bugados e não funcionam direito. A opção simples seria deixá-los de lado. Contudo, por incompetência ou falta de interesse da própria Apple, até hoje não apareceu um substituto ao Microsoft Office para Mac no ambiente corporativo. O novo Office 2011 para Mac é, de fato, um grande avanço quando comparado às versões 2008 e 2004. Não à toa, os primeiros reviews do produto são só elogios. Primeiro, porque as versões anteriores são muito ruins. Segundo, porque só depois de um certo tempo de uso vamos descobrir que nem tudo são flores.

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The Daily: jornal para iPad é uma frustração

Paulo Rebêlo | Observatório da Imprensa – 08.fev.2011 Não chega a surpreender que The Daily não tenha surpreendido ninguém. O magnata Rupert Murdoch já demonstrou, inúmeras vezes, entender muito de ganhar dinheiro e pouco de jornalismo. A chance de redenção, embora tardia, surgiu ao abraçar e bancar The Daily, jornal exclusivo para iPad – o tablet da Apple –, lançado na quarta-feira (2/2) depois de meses de expectativa.

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