Uma língua portuguesa sem fronteiras

Literatura // Acordo ortográfico divide a opinião de escritores sobre criação de nicho de mercado para autores africanos Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco 15.março.2009 Ainda é um tabu no mercado editorial. Linguistas apresentam opiniões divergentes. Acadêmicos nem sempre querem expor suas ideias sobre o assunto. Escritores se dividem entre a esperança e o ceticismo. E sob o topo da polêmica, reside um continente desconhecido para a maioria dos brasileiros – África – e uma nação lusófona que transcende fronteiras e culturas. Até que ponto o acordo ortográfico, também conhecido popular e erroneamente como “reforma ortográfica”, pode estabelecer um nicho de mercado para os autores africanos no Brasil? Hoje, trata-se de uma abertura incipiente. Não somente pelo conservadorismo das editoras, mas, também, pelos custos e pelas conhecidas diferenças entre duas línguas portuguesas eventualmente estranhas entre si.

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Nelson Mandela, pelos olhos do carcereiro

Sessão de Arte // Longa inspirado em livro de James Gregory estréia no Recife Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco 17.janeiro.2008 Com dois anos de atraso e 23 minutos a menos da versão original, chega ao Recife Mandela – A luta pela liberdade (Goodbye Bafana, 2007), neste sábado, atração da sessão de arte (11h) do Shopping Boa Vista. Apesar do título, não espere um documentário sobre a vida de Nelson Mandela. Os 27 anos de detenção do líder sul-africano são apenas o mote para conhecermos a trajetória de James Gregory, carcereiro e censor responsável pelo prisioneiro ilustre. O militar James Gregory é interpretado por um inexpressivo Joseph Fiennes (irmão de Ralph Fiennes, o “paciente inglês”) e Mandela por Dennis Haysbert, mais conhecido no Brasil como o presidente David Palmer das primeiras temporadas do seriado 24h.

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