Manifesto ninfetas assassinas

Paulo Rebêlo | fevereiro.2009 As mulheres não entendem a mania de homem largar tudo por uma ninfeta. Que fique registrado: a gente também não. Nem sempre largamos uma pela outra e quase sempre voltamos. Dois peitinhos apontados para o céu até chamam a atenção, mas futilidades o vento leva rápido. Ninguém deixa ninguém por causa de duas arrobas a mais na balança ou dois arrotos a menos na hora do almoço. Pensam que é por causa dos efeitos da lei da gravidade nas mulheres. Ou para reafirmar nossa masculinidade. Não necessariamente. Neste prisma, aliás, é conveniente dizer que as ninfetas costumam falar demais e fazer de menos. Uma coisa meio ‘beleza americana’. Há ninfetas burrinhas, ninfetas canhotas, ninfetas gatorade e as temidas ninfetas assassinas. As burrinhas são mais frequentes, mas terminam sendo as mais inteligentes porque entendem logo o escambo e convivem bem com a idéia. É uma relação de troca, cada um dá o que tem de melhor. Literalmente. No nosso caso, além das contas pagas, oferecemos um pouco de aprendizado de vida e uns poucos conselhos profissionais que elas adoram falar para as colegas do estágio. Enfim, a gente finge que gosta delas e elas fingem que acreditam.

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