Prisão por MP3: você pode ser o próximo?

Paulo Rebêlo Revista Backstage outubro 2003 A prisão do paranaense Alvir Reichert Júnior, acusado de vender MP3 pela internet, pode ter dado início a uma longa batalha técnica e jurídica entre usuários brasileiros e gravadoras. O caso também é revelador por reafirmar um certo quadro de letargia da imprensa de tecnologia no Brasil.

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Contra-ataque

Paulo Rebêlo Revista Backstage setembro 2003 A campanha contra músicas “piratas” começa a enfrentar contra-ataques, embora concentrados no Estados Unidos, por enquanto. Em agosto, o juiz federal Joseph Tauro determinou que duas universidades não revelassem as identidades de estudantes que poderiam estar compartilhando ilegalmente arquivos online. O Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e o Boston College ganharam judicialmente o direito de não atender as solicitações da Recording Industry Association of America (RIAA).

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Na linha de fogo

Paulo Rebêlo Revista Backstage agosto 2003 A velha máxima de que o cliente sempre tem razão talvez não se aplique à indústria fonográfica, ao menos quando o assunto é internet. Nas colunas anteriores, tivemos uma noção de como as gravadoras e a RIAA (Recording Industry Association of America) já começaram a processar pessoas físicas por causa da troca de músicas, mormente em formato MP3, pela rede.

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Napster 2004 e a solução Macintosh

Paulo Rebêlo Revista Backstage Julho 2003 O Napster vai voltar. Bem diferente do que era, é verdade. O mais interessante é que o programa deixará de ser o algoz da indústria para tornar-se, talvez, a maior (e última?) esperança dessa mesma indústria fonográfica para conter a crescente pirataria de músicas na internet. Em tese, é estranho porém viável. Como diria Jack, vamos por partes.

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Ambrosina e o lengalenga da indústria

Paulo Rebêlo Revista Backstage junho 2003 Talvez seja resultado de minha rabugice excessiva. Fato é que existe uma luz amarela a qual sempre acende, na minha consciência, quando alguém chega para dizer que determinada situação é certa ou errada, que tal iniciativa é errada ou certa. Não é discurso ideológico. Quando alguém chega para dizer que uma determinada atitude é errada, primeiro é bom saber o motivo. Por que? Como? Caso o argumento seja convincente, conversamos. E durante a conversa, podemos debater, argumentar e contra-argumentar. Baixar a cabeça e consentir é que não dá.

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Pisando na ferida

Paulo Rebêlo Revista Backstage maio 2003 O maior temor de quem usa internet em alta velocidade talvez seja a fiscalização e monitoração por parte da indústria contra o usuário comum, pessoa física. Você está no conforto de sua casa, procurando um desconhecido álbum de jazz de quarenta anos atrás — mas que está protegido pelo copyright das gravadoras — e, pouco depois, recebe um email com a notificação sobre o ato ilegal, informando-lhe das conseqüências judiciais cabíveis. O próximo passo, caso você venha a incorrer em erro novamente, é uma batida policial na sua casa ou uma educada apreensão de seu equipamento de informática.

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O câncer universal

Paulo Rebêlo Revista Backstage abril 2003 Não é mais novidade que a Abril Music fechou as portas, depois de quatro anos e meio de atividades como gravadora genuinamente nacional. Não obstante quaisquer dúvidas ou receios em relação à política adotada por gravadoras, fato é que foi uma perda para o país. Sobretudo porque, diferentemente do que muitos possam pensar, as gravadoras nacionais encaram substancial desvantagem em relação às multinacionais por causa de uma situação óbvia: elas não tem o catálogo internacional.

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Onipresente batalha

Paulo Rebêlo Revista Backstage março 2003 Quando a notícia pipocou nas manchetes da imprensa mundial, e por tabela chegou por aqui, parecia uma piada ou conto de primeiro de abril. Não foi bem assim. O fato foi que os proprietários da Sharman Networks, empresa responsável pelo Kazaa, acabara de abrir um processo judicial contra a indústria fonográfica e os estúdios de Hollywood. A afirmação da empresa é que essas indústrias não compreendem a moderna era digital em que vivemos e, por conseguinte, estão a monopolizar todo o setor de entretenimento.

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O limbo entre a ilegalidade e a imoralidade

Paulo Rebêlo Revista Backstage Fevereiro 2003 A cada dia que passa, a indústria fonográfica tenta barrar judicialmente — às vezes tecnicamente — a propagação de música pela internet. É um esforço progressivo e contínuo, porém até agora inócuo. Achar o último lançamento do mercado, álbum inteiro, ainda é mais fácil do que roubar doce de criança. Não são apenas as bandas estrangeiras ou da moda. De Britney Spears a Adoniran Barbosa, basta usar as ferramentas certas e, de preferência, ter uma conexão rápida para fazer o download e depois gravar em CD para escutar onde quiser.

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