Garanta um espaço só seu na internet

Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco – 15.fevereiro.2006   Quando você digita um endereço no navegador, do tipo www.nomedaempresa.com.br, é quase como entrar em uma casa alheia. Chamado de domínio, essas locações do tipo .com., .com.br, .org.br ou .net, nada mais são do que meros registros que, automaticamente, redirecionam para as páginas criadas. Qualquer um pode garantir um espaço próprio, seja para divulgar a empresa ou, quem sabe, reunir a família inteira para que todos tenham um e-mail do tipo [email protected] E o melhor: além de barato, é bem fácil. Hoje em dia, estudantes e profissionais buscam, cada vez mais cedo, reservar um espaço fixo e personalizado na web. A partir de um nome fácil de decorar e digitar, você pode mostrar seu trabalho para o mundo ou sua empresa para clientes e parceiros. E tudo pode ser feito online, sem maiores burocracias e demoras. A Verisign, responsável pelo registro de .com e .net, contabiliza 85,6 milhões de domínios no mundo , um número que só faz crescer a cada ano. De 2004 para 2005, o crescimento no registro de domínios foi de 29%. “Por dia, temos mais de 15 bilhões de resoluções (chamadas) em nossos servidores, isto é, o que

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Skype chega ao Brasil

Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco – 14.dez.2005 Ele é o terror das operadoras de telefonia e o ícone máximo de uma revolução nem um pouco silenciosa. Estamos falando do Skype, o programa mais popular para realizar chamadas telefônicas pela internet, consagrando a tecnologia de voz por IP (VoIP), também chamada de telefonia IP. Após meses de estruturação e negociações, a empresa oficializou a chegada ao Brasil, inclusive, abrindo escritório no País e fechando parcerias com companhias locais. Antes de anunciar o aporte, o Skype ganhou nova versão (2.0) com recursos extras. O principal é a inclusão de vídeos durante as ligações. Quem tem webcam pode transformar o programa em um vídeofone, conversando com qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo. Lembre-se que o Skype é gratuito e só precisa de uma conexão internet para funcionar, além de poder fazer chamadas para telefones convencionais, públicos e celulares. O Brasil é o quarto país mais ativo do Skype. Não à toa, a empresa resolveu abrir um escritório em São Paulo. Um dos resultados práticos é a parceria com a Telelistas, líder no mercado nacional de listas telefônicas. Ao instalar o Skype Toolbar – uma barra de ferramentas para Internet Explorer ou Firefox

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O que é podcast? Aprenda a ouvir e fazer um

Paulo Rebêlo especial para o UOL Tecnologia (link original c/ imagens) O nome lembra alguma bugiganga de Star Wars e agora todo mundo anda falando no assunto, mas que danado é o podcast? Apesar do termo complicado, podcast nada mais é do que um blog de áudio. É um site, pessoal ou comercial, pelo qual os usuários ficam sabendo, automaticamente, quando tem novidade para escutar. Pode ser música, entrevistas, programas esportivos ou qualquer outra coisa, tudo em arquivos MP3 ou outro formato digital, como Windows Media (WMA) ou Wave (WAV). Não à toa, os mais conservadores preferem chamar de “áudioblog” em vez de podcast, visto que este nome é uma clara referência ao iPod, aquele aparelho portátil para ouvir música digital da Apple. Com o sucesso estrondoso do iPod, aliado ao popular broadcast (algo como “transmitir amplamente”, em inglês), surgiu o podcast. Você escolhe os sites com conteúdo de áudio para assinar e, pela Internet, o iPod faz a sincronia para você ouvir em qualquer lugar. Então, podcast precisa de iPod? Pelo nome, até parece que sim, mas não é. Basta um computador conectado à Internet para tirar proveito das transmissões de áudio em sincronia automática. Com o uso de

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Web 2.0 – uma nova forma de participar

Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco – 30.nov.2005 A internet é a mesma, mas o jeito como as pessoas trocam informações e participam do mundo virtual está mudando. De um mero receptor de conteúdo, o usuário tem agora uma gama de serviços online que o transforma em emissor, um papel bem mais ativo, participativo e interativo. A mudança foi batizada de “Web 2.0” pelos especialistas e estudiosos do tema, mas o fato é que nem todos se dão conta da novidade. Não faz muito tempo, o usuário de internet era apenas um leitor, um receptor. O conteúdo era criado por “profissionais” e apresentado na web. Com o tempo, novas ferramentas interativas foram surgindo, como os weblogs. A situação de hoje com a Web 2.0 é o extremo do que ocorreu na época de ouro dos blogs. Milhões de pessoas estão migrando de serviços antigos para novas ferramentas bem mais interativas e, melhor ainda, passam a ser donos de conteúdo próprio e invertem os papéis. Não são mais espectadores. A base da Web 2.0 consiste em quatro serviços online e gratuitos, com novos adeptos a cada dia: o Flickr, um sistema de fotolog turbinado, porém ao mesmo tempo discreto e profissional; o

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