Paywall à brasileira

Paulo Rebêlo Observatório da Imprensa | 20.março.2012 | link A moda do momento, entre editores e diretores de jornal, parece ser o paywall. Promovido sobretudo por jornais americanos e ingleses, trata-se de um método para cobrar pelo conteúdo do jornal impresso oferecido na internet. O recurso permite a leitura de uma quantidade limitada de matérias por dia. Ultrapassado o limite, o usuário é convidado a fazer uma assinatura digital ou híbrida, que inclui o recebimento do impresso. Cabe ao jornal decidir como proceder. Por ser tecnicamente muito simples, o paywall trabalha com a noção de permissões por página. Pode ser personalizado a gosto do freguês, abrindo um leque de oportunidades para promoções e direcionamento de conteúdo e reportagens – do ponto de vista comercial ou de interesse público. Como usar e oferecer o paywall é justamente o que diferencia atualmente os jornais que o adotam. Não faz milagres em termos de receita, mas tem mostrado resultados bem interessantes. Além de ser uma alternativa viável aos veículos de comunicação que ainda insistem no clichê pouco inteligente de fechar totalmente o conteúdo do jornal impresso. A adoção do paywall é uma discussão movida, em grande parte, pela autopromoção de veículos como The

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