A liberdade é salmão. Com feijão.

Se eu gosto de salmão e gosto de feijão, por que não posso misturar os dois no self-service e adicionar farofa e azeite, sem que todos da fila fiquem olhando para o meu prato? Ou para mim, como se fosse um selvagem recém-chegado da Guerra Soviético-Finlandesa. Não é porque não sabemos cozinhar que não sabemos comer direito. Você se sente um peixe fora d’água já na fila, quando todas as pessoas colocam folhas e outros matos florestais no prato e, no seu, tem apenas um enorme espaço em branco à espera do feijão e do macarrão. Misturados. Quando eu era criança, alguém falou que feijão misturava com arroz, nunca com macarrão. Quando descobri que feijão e macarrão nasceram um para o outro no meu mundo gastronômico perfeito, adicionei vinagrete e alcancei o nirvana. Se vou a um restaurante bacana, termino pagando caro para não comer aquilo que quero comer. Porque cozinheiro não é mais cozinheiro, agora é artista, celebridade, brodagem, personagem de revista grã-finagem. E ele não deixa a gente mexer na arte dele e misturar salmão com feijão. Tem que ser no vapor com legumes coloridinhos ou arroz com mato sem cachorro. Não, eu quero meu salmão com feijão,

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Gengis Khan é biografado em épico indicado ao Oscar

Paulo Rebêlo Pipoca Moderna | 29.julho.2009 Quem quiser sair um pouco do esquema circuitão não pode perder a oportunidade de conferir “O Guerreiro Gengis Khan” (Mongol, 2007), co-produção da Rússia, Alemanha, Mongólia e Cazaquistão, que finalmente estreia nos cinemas brasileiros, dois anos após seu lançamento internacional. O filme é um romance histórico sobre a vida de Gengis Khan, mostrando sua infância e um lado “humano” que contraria versões didáticas ocidentais, explorando o até então pouco conhecido contexto cultural e político da época, que o levou a conquistar mais da metade do território mundial em tão pouco tempo.

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