Estrangeiro, brasileiro – I

Paulo Rebêlo // abril.2007 Ser brasileiro em terra estrangeira significa que você pode ser qualquer um e ninguém ao mesmo tempo. Não é à toa que passaporte brasileiro vale tanto no mercado negro, mas ninguém parece lembrar desse detalhe na vida real. O estereótipo é universal: somos morenos, atléticos, conquistadores e barulhentos. O problema de ser um brasileiro nem um pouco brasileiro – baixinho, branquelo, redondo, quieto e nada galanteador – é que ninguém acredita que você é brasileiro. Nem que mostre o passaporte.

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Ranzinzamente correto

Paulo Rebêlo // fevereiro.2004 O mundo ficou muito mais chato depois que inventaram o tal do politicamente correto. Que nada mais é do que uma expressão perfeitamente tucanada para os pseudo-moralistas de plantão levarem tudo a sério. Não se pode mais contar piada de gays, virou preconceito. Brincar com o excesso de emotividade das mulheres agora é machismo. E conversar sobre mulheres boazudas e bundudas é sexismo.

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