Longa estrada para a interiorização da cultura

Gestão pública // Equipes da Fundarpe têm percorrido o Estado em mais uma tentativa de ampliar a política cultural Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco 13.abril.2009 Parece um túnel do tempo. Você fecha os olhos e escuta técnicos do governo e representantes de grupos e associações culturais debatendo as dificuldades de comunicação, de captação de recursos, de organização e sobre a burocracia inerente às gestões públicas. As reuniões levam horas, em lugares e cidades diferentes. Terminam com um sem número de propostas e promessas. O tempo passa, você abre os olhos e vê que os técnicos mudaram, a cidade é outra, mas as discussões, os argumentos e as promessas parecem idênticas – embora a roupagem e os termos sejam diferentes.

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Abril chega com cortes na cultura

Política Cultural // Crise financeira reduz patrocínios de eventos realizados no Recife Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco 07.abril.2009 A crise financeira mundial é o argumento da vez para o corte nos orçamentos de diversos setores da administração pública. Na cultura, uma pasta carente de recursos por natureza, não é diferente. Somente em abril, três grandes e consolidados eventos locais – Paixão de Cristo do Recife, Cine PE e Abril Pro Rock – enfrentam problemas com as cotas de patrocínio da Prefeitura do Recife e, em menor escala, de fontes corporativas. De acordo com os organizadores de cada evento, 2009 será o ano mais fraco em termos de estrutura e duração. É o caso do espetáculo da Paixão montado no Marco Zero. Em vez dos cinco dias habituais, a peça ocorrerá em apenas três. “Nosso custo para os cinco dias é de R$ 400 mil. A prefeitura cortou R$ 100 mil dos R$ 200 mil que repassava, nos forçando a tomar uma série de medidas”, explica o idealizador, diretor e Jesus Cristo José Pimentel. No caso da Paixão, o corte foi apenas da prefeitura, já que os outros patrocinadores – governo estadual, CNI, Sesc e Unilever – mantiveram as cotas. Em

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Plano Cultural do Recife dorme na Câmara

POLÍTICA // Documento entregue ao legislativo municipal em dezembro deveria ter tido a primeira audiência quarta-feira passada, adiada sine die Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco 05.abril.2009 A espera vem de longe e não tem data para terminar. Na Prefeitura do Recife (PCR) e no Conselho Municipal de Cultura, a opinião é unânime quando o assunto é política cultural. Para eles, o desenvolvimento da cultura passa diretamente pela aprovação do Plano Municipal de Cultura (PMC) na Câmara de Vereadores. Por outro lado, para boa parcela dos produtores e agentes culturais, o otimismo chega com dificuldade quando, ao analisar o PMC, encontra-se um discurso já conhecido dos oito anos de gestão municipal.

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Política Cultural // Lei Rouanet recebe sugestões dos comuns

Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco 25.março.2009 Se é para reclamar, que seja para todos ouvirem. Pelos próximos 42 dias, o Ministério da Cultura (Minc) quer saber quais são as principais sugestões dos brasileiros para modificar a atual Lei de Incentivo à Cultura, também conhecida como Lei Rouanet. A proposta de revisão pode ser lida no site do Minc (www.cultura.gov.br) e a consulta pública está aberta. O objetivo é alterar o atual modelo de financiamento para o setor cultural brasileiro.

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Velhas questões, novos discursos

Gestores culturais reconhecem necessidade da busca comum de novos rumos para o setor ________ Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco 29.janeiro.2009 Qual é o sentido de injetar dinheiro das prefeituras em shows pela cidade se não há segurança para chegar e falta transporte público para voltar? A questão, responsável por acalorados debates entre gestores com visão mais abrangente sobre a ausência de políticas públicas nas gestões culturais, é apenas uma pequena parte dos problemas que os novos secretários da Região Metropolitana do Recife têm pela frente.

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Conselho Estadual de Cultura à procura de um papel

Destino do CEC volta a ser discutido depois de declarações da presidente da Fundarpe e nota de desagravo do colegiado Paulo Rebêlo 12.janeiro.2009 Fundado em 1967, o Conselho Estadual de Cultura de Pernambuco (CEC) encontra-se novamente sob os holofotes de uma polêmica conhecida: seu real papel no desempenho das políticas culturais. Em nota oficial, os conselheiros rebatem o suposto posicionamento da presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Luciana Azevedo, de que o CEC deva ser extinto.

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