O que é podcast? Aprenda a ouvir e fazer um

Paulo Rebêlo especial para o UOL Tecnologia (link original c/ imagens) O nome lembra alguma bugiganga de Star Wars e agora todo mundo anda falando no assunto, mas que danado é o podcast? Apesar do termo complicado, podcast nada mais é do que um blog de áudio. É um site, pessoal ou comercial, pelo qual os usuários ficam sabendo, automaticamente, quando tem novidade para escutar. Pode ser música, entrevistas, programas esportivos ou qualquer outra coisa, tudo em arquivos MP3 ou outro formato digital, como Windows Media (WMA) ou Wave (WAV). Não à toa, os mais conservadores preferem chamar de “áudioblog” em vez de podcast, visto que este nome é uma clara referência ao iPod, aquele aparelho portátil para ouvir música digital da Apple. Com o sucesso estrondoso do iPod, aliado ao popular broadcast (algo como “transmitir amplamente”, em inglês), surgiu o podcast. Você escolhe os sites com conteúdo de áudio para assinar e, pela Internet, o iPod faz a sincronia para você ouvir em qualquer lugar. Então, podcast precisa de iPod? Pelo nome, até parece que sim, mas não é. Basta um computador conectado à Internet para tirar proveito das transmissões de áudio em sincronia automática. Com o uso de

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Web 2.0 – uma nova forma de participar

Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco – 30.nov.2005 A internet é a mesma, mas o jeito como as pessoas trocam informações e participam do mundo virtual está mudando. De um mero receptor de conteúdo, o usuário tem agora uma gama de serviços online que o transforma em emissor, um papel bem mais ativo, participativo e interativo. A mudança foi batizada de “Web 2.0” pelos especialistas e estudiosos do tema, mas o fato é que nem todos se dão conta da novidade. Não faz muito tempo, o usuário de internet era apenas um leitor, um receptor. O conteúdo era criado por “profissionais” e apresentado na web. Com o tempo, novas ferramentas interativas foram surgindo, como os weblogs. A situação de hoje com a Web 2.0 é o extremo do que ocorreu na época de ouro dos blogs. Milhões de pessoas estão migrando de serviços antigos para novas ferramentas bem mais interativas e, melhor ainda, passam a ser donos de conteúdo próprio e invertem os papéis. Não são mais espectadores. A base da Web 2.0 consiste em quatro serviços online e gratuitos, com novos adeptos a cada dia: o Flickr, um sistema de fotolog turbinado, porém ao mesmo tempo discreto e profissional; o

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