Poço das Trincheiras, a ‘cidade-fantasma’

Não existe nem feira no município que tem os piores indicadores de mortalidade infantil e renda de Alagoas e IDH dos mais baixos do país Perfil do Município Área: 304,1 km² km² Distância da capital: 174,5 km População total: 13.222 habitantes População rural: 11.665 habitantes (88,2% do total) IDH: 0,499 (21º menor do Brasil e 3º menor do Estado) Taxa de analfabetismo: 51% Taxa de analfabetismo funcional: 77,3% Esperança de vida ao nascer: 55,9 anos Mortalidade na infância**: 109,67 por mil * Dados de 2000 ** Até cinco anos de idade Fontes: “Censo 2000” e “Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil” Paulo Rebêlo enviado especial PNUD link original Poço das Trincheiras, sertão norte de Alagoas, é uma boa locação para filmes de faroeste. O caubói entra na cidade e não encontra uma alma viva para contar história. Quase uma cidade-fantasma durante a maior parte do tempo, a constante preocupação da prefeitura em manter as ruas impecavelmente limpas parece agravar, ainda mais, a sensação de que gente é uma espécie rara durante o dia. Vários fatores indicam que Poço não deveria ser assim. Não obstante a classificação do PNUD, a qual aponta o município como um dos mais pobres do país

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Manari, onde IDH é baixo e água vale ouro

Em Pernambuco, cidade de menor Desenvolvimento Humano do país tem renda per capita de R$ 30 e esperança de vida de 57 anos Paulo Rebêlo Revista Carta Capital / PNUD * fotos: João Carlos Mazella 03 de abril de 2004 Manari, no sertão de Pernambuco, assusta pelos números. Segundo a classificação do PNUD, o município tem o menor IDH-M (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) do Brasil. A renda per capita média de R$ 30,43 mensais só não é inferior, entre 5.507 municípios do país, à da recordista Centro do Guilherme, no Maranhão, com R$ 28,38. Na prática, quase não existem fontes primárias de renda. A maior parte da população de 13 mil habitantes sobrevive, principalmente, de três recursos: lavoura de subsistência, assistência governamental e aposentadorias. Com uma base econômica que sequer pode ser chamada de incipiente, é de se espantar como um único município consegue agregar tantos contrastes ao mesmo tempo. Afinal, a falta de renda em Manari é compensada pelas sobras de dedicação, companheirismo e um inexplicável carinho por aquele pedaço de terra a poucos quilômetros da divisa com o Estado de Alagoas, no miolo de uma região de difícil acesso, sem estradas e sem água encanada. Manari foi

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