Coreano ‘Mother’ é nova sensação do diretor de ‘O Hospedeiro’

Paulo Rebêlo Pipoca Moderna – 29.out.2009 Existe uma regrinha básica para filmes asiáticos: quando eles conseguem ultrapassar a barreira cultural, garantir distribuição no Ocidente e ganhar espaço na sala de cinema, você nunca deve deixar de assistir. Porque, depois dessa peneira, a probabilidade de decepção até existe, mas é bem pequena.

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Boas intenções não redimem “O Solista”

Paulo Rebêlo Pipoca Moderna – 29.out.2009 Filmes como “O Solista” costumam gerar bastante expectativa antes de chegar aos cinemas. Quando você junta um elenco de peso, um diretor queridinho da crítica e um roteiro com temática social, fica evidente que o estúdio nem vai precisar gastar tanto com propaganda. Ao mesmo, a maior dificuldade de filmes assim é justamente a expectativa do que poderia ser – e não do que realmente é. Assim, quando você vê Jamie Foxx como um sem-teto dotado de genialidade escondida que a sociedade não enxerga, a impressão é que você já viu esse filme antes, várias vezes e em diversos outros gêneros. O diretor Joe Wright (de “Orgulho e Preconceito”, 2005. e “Desejo e Reparação”, 2007) até tinha uma bela história em mãos, levando em consideração que “O Solista” é a adaptação do livro do Steve Lopez real, um repórter do Los Angeles Times que descobriu na vida real o talento por trás de um sem-teto que andava sem rumo com um carrinho de supermercado pelas ruas da metrópole. Wright joga uma série de críticas sociais e políticas na tela, todas ao mesmo tempo, sem fazer muita distinção entre suas relações e sem dar tempo

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Distrito 9: filme de alienígenas completamente diferente

Paulo Rebêlo Pipoca Moderna | 16.out.2009 Seria injusto dizer que Distrito 9 é apenas mais um produto hype importado dos Estados Unidos e calçado em várias campanhas espalhadas pela internet antes do lançamento. Se você acha que já viu todo tipo de filmes sobre alienígenas, dos mais bizarros aos mais sérios, esqueça o passado e ignore o nefasto trailer que tem passado nos cinemas brasileiros. “Distrito 9” não tem o suspense insinuado pelo trailer, é muito mais. É diversão do início ao fim, embora diversos críticos o considerem um estudo político ou sociológico sobre o apartheid na África e o preconceito. Noção que o próprio diretor faz questão de negar em entrevistas. O contexto político está presente, é claro, mas isso depende muito mais de quem assiste e dos detalhes que você só fica sabendo se pesquisar na internet. Como, por exemplo, o fato de que os barracos dos alienígenas não foram montados pela produção, são barracos de verdade em Joanesburgo. E a iniciativa do governo sul-africano de mover aquele setor da cidade para um local com melhores condições físicas realmente existiu. “Distrito 9” é um filme de alienígenas completamente diferente e só por isso merece ser visto para quem

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A volta de Sam Raimi ao terror é… uma comédia

Paulo Rebêlo Pipoca Moderna | 18.ago.2009 Os primeiros 20 minutos de “Arraste-Me para o Inferno” mostram exatamente qual é a intenção do diretor Sam Raimi, que começou a carreira com o clássico “A Morte do Demônio” (The Evil Dead, 1981), um dos filmes de terror mais cultuados do começo dos anos 80, cuja sequência foi batizada no Brasil de “Uma Viagem Alucinante” e fez o ator Bruce Campbell se tornar o rei dos filmes de terror B. Pois em seu aguardado retorno ao gênero, Raimi fez… uma comédia. Não é por acaso que o namorado da protagonista (Alison Lohman, uma nova queridinha de Hollywood) seja vivido por Justin Long, ultraconhecido de comédias das mais variadas. “Arraste-Me para o Inferno” é uma versão de luxo do humor negro de “Evil Dead”, na prática uma verdadeira viagem alucinante, com ritmo frenético, rumo ao balde dos clichês de horror. É um cliché por minuto. Do início ao fim, não há absolutamente nada de novo e os sustos são tão óbvios que deixam a clara suspeita de que tudo não passa de um grande trote com a platéia. A própria idéia de ser amaldiçoada por “ciganos demoníacos” é pra lá de ultrapassada. O cineasta

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Gengis Khan é biografado em épico indicado ao Oscar

Paulo Rebêlo Pipoca Moderna | 29.julho.2009 Quem quiser sair um pouco do esquema circuitão não pode perder a oportunidade de conferir “O Guerreiro Gengis Khan” (Mongol, 2007), co-produção da Rússia, Alemanha, Mongólia e Cazaquistão, que finalmente estreia nos cinemas brasileiros, dois anos após seu lançamento internacional. O filme é um romance histórico sobre a vida de Gengis Khan, mostrando sua infância e um lado “humano” que contraria versões didáticas ocidentais, explorando o até então pouco conhecido contexto cultural e político da época, que o levou a conquistar mais da metade do território mundial em tão pouco tempo.

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Remake de Halloween não tem sustos novos

Paulo Rebêlo Pipoca Moderna | 29.julho.2009 Não tem globalização ou internet que ajude os cinéfilos brasileiros. O remake de “Halloween” (2007) dirigido por Rob Zombie chega somente agora nos cinemas brasileiros, dois anos depois de lançado no mundo inteiro e poucos meses antes de sua sequência estrear nos Estados Unidos. Surpresa, “Halloween” virou o quinto filme mais visto deste fim de semana no Brasil. Não tem explicação, o remake é ruim. Se você é fã de Michael Myers (o personagem, não o ator) e ainda não fez o download do DVD pela internet, vai levar dois ou três sustos na sala do cinema. Mas há poucas novidades no remake, é o mesmo Michael Myers de máscara, a mesma musiquinha de suspense que pirou muita gente em 1978 e as mesmas premissas.

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