Tudo diferente no Office 2006

Frustração ou revolução? É assim que a maioria das pessoas vai pensar ao instalar o Office 2006, também conhecido como Office 12. Previsto para ser lançado na metade do próximo ano pela Microsoft, promete uma série de mudanças jamais vistas no comportamento do usuário. Parte das novidades já foram apresentadas em edições anteriores do caderno e, hoje, a Folha Informática mostra o que há de realmente novo a partir de um teste da primeira versão beta (para testes) do pacote. Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco – 09.novembro.2005 A aposta é alta e arriscada. Após mais de uma década seguindo o mesmo padrão de funcionalidade no Office, a Microsoft agora quer revolucionar a forma como o usuário trabalha com o pacote de escritório. Quase tudo é diferente, desde a interface (visual) até os atalhos de teclado, passando pela usabilidade e recursos populares, como o copiar-e-colar. Na primeira versão beta, nem todos os aplicativos passaram pela plástica. Os mais alterados, inicialmente, são Word, Outlook, Excel e Powerpoint. Como todo produto inacabado, a instalação foi problemática. O beta1 ainda não dispõe de todos os arquivos de ajuda disponíveis e não pode ser instalado completo. Após meia dúzia de tentativas, marcando e desmarcando programas

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Office 2006 vai salvar em PDF

Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco, 05.out.2005 Agora é oficial: a Microsoft vai fornecer integração e suporte para o formato PDF na próxima versão do Office, prevista para chegar às prateleiras em 2006. Com o recurso, o usuário pode escolher entre salvar os documentos nos formatos tradicionais (doc, xls, ppt…) ou no padrão da Adobe. O PDF não chega a ser totalmente aberto, mas tem compatibilidade com qualquer sistema operacional e com uma infinidade de dispositivos, como celulares, palmtops e acessórios diversos. Com o PDF, os arquivos do Office vão se tornar marcados apenas para leitura. Quem receber os documentos poderá apenas ler e não editar. A desvantagem é que, para abrir os PDFs, o usuário terá que fazê-lo usando o programa Acrobat (gratuito) da Adobe, já que o próprio Office não poderá visualizar. A principal vantagem da nova padronização é poder levar seus PDFs com a certeza que poderá ler em qualquer lugar e qualquer computdor, em Windows, Linux, Macintosh etc. Por ser universal, o padrão também é adotado pela Folha Informática como fonte de arquivos para matérias anteriores e pode ser visto, quase todas as semanas, no rodapé das matérias, em “Serviço”. O leitor apenas faz o download e

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Mudanças radicais na Microsoft

Neste exato momento, milhares de desenvolvedores e representantes das maiores empresas de tecnologia estão com os olhares voltados para a cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos, onde a Microsoft promove a Professional Developers Conference 2005 (PDC). O evento é anual e serve para mostrar aos programadores o futuro das tecnologias e dos softwares com a grife Bill Gates. Este ano, o suspense é realçado por dois motivos: o Windows Vista, o sucessor do XP, já antecipado e testado pela Folha em edições anteriores; e o cancelamento do PDC em 2004, deixando uma lacuna de dois anos. Durante o evento, a empresa revela e divulga, em tempo real, as garras para concorrer com o Google, o Firefox (concorrente do Internet Explorer) e o resto do mundo. Confira as principais novidades que vão começar a aparecer desde agora no seu computador: MSN Messenger 8.0, Office 2006, Start.com, Windows Vista “light”, Virtual Earth e Internet Explorer 7. Paulo Rebêlo Folha de Pernambuco, 14.setembro.2005 A Professional Developers Conference (PDC) atrai uma multidão todos os anos. Conferências de programadores e desenvolvedores são comuns, até mesmo no Brasil, com o diferencial de que a PDC é organizada pela Microsoft e, por conseguinte, influencia mais de

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Windows 95: dez anos, mas sem festa

Parece que foi ontem. O clichê é pouco para descrever o que era instalar o Windows 95 em um computador “386” com 4 Mb de RAM, requisito mínimo para usar o sistema operacional na época de lançamento, em agosto de 1995. A instalação, quando não dava erro no final, levava pelo menos duas horas. Os felizardos com 8 ou 16 Mb de RAM riam à toa. Missão cumprida, um novo mundo se abria ao usuário de informática, até então acostumado a usar apenas um programa por vez e sem entender direito a utilidade de um segundo botão do mouse. No dia 24 de agosto daquele ano, chegava às prateleiras mundiais o primeiro de uma saga que parece não ter data para terminar. Embalado por um clipe dos Rolling Stones, a campanha de divulgação do Windows 95 custou à Microsoft a bagatela de 300 milhões de dólares, dos quais 12 milhões foram pagos somente à banda de Mick Jagger pela música/clipe “Start me up” – uma alusão ao botão “Iniciar” (Start) do Windows. O Brasil não chegou a ver uma série de mini-carnavais sobre o lançamento, mas nos Estados Unidos a festa promovida pela Microsoft foi grande, com direito a apresentação

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