Manari por ela mesma

Universitária nascida na pior cidade do Brasil filma a vida de seus conterrâneosPaulo Rebêlo (texto & fotos)Carta Capital – ed. 619 – 27 de outubro de 2010link original no site da revistaNão foi preciso tanto tempo para a “pior cidade do Brasil” virar um pequeno oásis no meio do sertão nordestino. Manari, 400 km a sudoeste de Recife, divisa entre Pernambuco e Alagoas, deixou de ser o retrato do subdesenvolvimento para transformar-se em ícone de um Brasil profundo. Tem a cara, o cheiro e o jeito de centenas de municípios que a maioria das pessoas nunca ouviu falar e nunca irá conhecer. Com segredos paulatinamente esquecidos ou enterrados.  

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Congresso em descompasso com interesses da sociedade

TRANSPARÊNCIA // Nações Unidas cobra do governo livre acesso à informação pública Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco – 11.maio.2008 A demagogia da política brasileira acaba de ganhar um capítulo adicional, com o comprometimento do governo, frente às Nações Unidas (ONU), de cumprir 117 recomendações referendadas na última “Revisão Periódica Universal” da entidade. Entre as sugestões aceitas pelo Brasil, elaboradas por nove relatores especiais do órgão internacional, uma se destaca: “o governo do Brasil fará o possível para assegurar que o Congresso Nacional adote uma lei de acesso dos cidadãos a informações públicas”.

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Geosnic está no ar, mas tem consulta limitada

Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco – 27.abril.2008 Políticos, pesquisadores, estudantes ou qualquer cidadão interessado em gestão pública já podem começar a testar o Geosnic, lançado oficialmente pelo Ministério das Cidades em Brasília. Ainda em caráter preliminar, o recurso inclui um atlas digital com imagens de satélite em alta definição e quase 800 indicadores que comtempla todos os 5.564 municípios brasileiros. Informações sociais, geográficas, econômicas e culturais fazem parte do projeto, que pretende abrigar em uma única plataforma dados públicos hoje espalhados por várias autarquias e, quase sempre, não disponíveis de forma facilitada para a sociedade e para governantes locais.

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Eduardo pede apoio dos prefeitos contra o crime

GESTÃO // Governador presta contas da administração durante debate sobre segurança pública Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco – 28.fev.2008 Com o governador por perto, não há prefeito que ouse jogar a responsabilidade da segurança pública para cima do governo estadual ou federal, embora sejam os responsáveis pelo setor. E não foi diferente, ontem, durante seminário sobre o papel das prefeituras na segurança, promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe). A proposta do debate é abrir os olhos dos gestores para a questão, a partir de estudos e experiências exitosas quando as prefeituras entram em cena, de forma ativa, em vez de aguardar as resoluções (e verbas) estaduais e federais. É a mesma recomendação de especialistas em segurança, cansados de falar sobre as possibilidades de programas e pequenas ações municipais as quais, a curto e a longo prazo, reduzem consideravelmente o índice de violência nas cidades.

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Políticos fazem o caminho de Bogotá

RECIFE // Experiência de cidade colombiana no combate à violência estimula debate sobre o papel da prefeitura na segurança pública Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco – 10.fev.2008 Bogotá tornou-se o santo graal dos políticos pernambucanos quando o assunto é segurança. A partir de um hiato pouco compreendido pela população, a redução de crimes na cidade colombiana agora integra os projetos de governo, discursos, entrevistas e sugestões para os gestores públicos locais, como se fosse a solução-mór dos índices de violência no Brasil – comparados aos números de guerra civil em países africanos.

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A violência no foco das eleições para prefeito

RECIFE // Pré-candidatos prometem atacar gestão municipal por inércia no combate ao crime Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco – 10.fev.2008 foto: Ricardo Fernandes/DP Sequer os nomes dos candidatos à prefeitura do Recife estão confirmados, mas uma coisa já é certa: a segurança pública será o principal mote de campanha de todos eles. E a prefeitura, por sua vez, o principal alvo dos ataques – tendo como base a tímida participação das gestões municipais na segurança. Pela Constituição Federal, o setor é de responsabilidade dos governos estaduais e da União, não dos municípios. No entanto, diante do atual quadro em Pernambuco – sempre no topo dos ranking de violência – a cobrança será generalizada e atinge todos os setores da administração.

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Prefeitos se articulam contra novos presídios

AGRESTE // Gestores de partidos diversos reclamam da falta de diálogo do governo estadual Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco – 20.jan.2008 Canhotinho – Ao custo de R$ 2,4 mil por mês para cada detento, até o ano de 2010 o governo de Pernambuco espera se tornar referência nacional na ressocialização de presos. Para tal, acaba de liberar verbas para construção de presídios e promete um novo modelo de gestão prisional, uma antiga bandeira defendida por especialistas em segurança pública. No rol de prioridades, contudo, o governo aparentemente não parece contar com um detalhe que pode atrasar todo o processo: a articulação política de prefeitos que não querem hospedar os empreendimentos, sejam de regime fechado ou semi-aberto. E denunciam o governo de fechar a questão sem ouvir os gestores.

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O crime avança sobre o orçamento de Pernambuco

GESTÃO // Governo aplica cada vez mais em segurança sem resultados na mesma proporção Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco – 13.jan.2008 A cada ano, os investimentos em segurança pública crescem em Pernambuco. Ao contrário do que se espera, o número de homicídios não é reduzido. E ao mesmo tempo, como é de praxe em qualquer gestão pública, as despesas com pessoal e com o setor previdenciário também só aumentam. Se o ciclo continuar do mesmo jeito, sem mudanças pragmáticas no gerenciamento de verbas ou sem a criação de novas fontes de recursos, o governo do estado irá chegar a um ponto no qual não haverá mais dinheiro disponível para investir em segurança pública. É esta a conclusão de um detalhado estudo do Núcleo de Estudos de Instituições Coercitivas (NIC) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), assinado pelos cientistas políticos Adriano Oliveira e José Maria Nóbrega, com apoio de Mirelly Chiappeta.

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