América Latina questiona sistema eleitoral dos EUA

ELEIÇÃO // Embora não tenham sido identificadas fraudes, discussão concentra rodas acadêmicas Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco 09.novembro.2008 Questionamento recorrente ganha força, na América Latina, com o fim das eleições nos Estados Unidos. Barack Obama eleito sob a promessa de mudança, não seria a hora de finalmente repensar o sistema eleitoral norte-americano? Baseado no conceito de Colégio Eleitoral, onde cada unidade federativa exerce peso diferente e proporcional de acordo com uma série de variáveis, o pleito soa confuso e pouco democrático aos padrões latinos.

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A árvore da discórdia entre Democratas e federalistas

IMAGEM // Ex-PFL adota idéia de logomarca dos conservadores ingleses e incomoda nova sigla Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco – 08.jan.2008 Eles garantem que não se inspiraram em outro partido político e que tudo foi aprovado em convenção, mas as semelhanças são visíveis, não apenas visualmente, mas até mesmo pelas simbologias apresentadas. A logomarca adotada pelo Democratas (ex-PFL) em 2007 é bem semelhante à imagem usada desde 1999 pelo Instituto Federalista. As similaridades não acabam por aí. Em processo de “renovação de imagem”, o Democratas nasceu originalmente como Partido Democrata e parece ter seguido a mesma tendência do Partido Conservador inglês, na Grã-Bretanha, que recentemente adotou o termo “Conservadores”, excluindo o “partido”. A logomarca dos ingleses também é uma árvore e, a exemplo do Democratas, o discurso de renovação é enfático no quesito meio ambiente, tão em voga para conquistar novos eleitores. No embate entre Federalistas e Democratas, a semelhança é ainda maior. A árvore federalista é tripartite, com formas arredondas. A democrata, também tripartida, possui contornos mais versáteis.Ou, como o deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC) disse no lançamento da marca em 2007, a inspiração é no “conceito de economia verde” e “foi pensada com muito cuidado e representa todas as

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Movimento por um novo federalismo

Reforma // Defensores da proposta de maior autonomia para estados e municípios percorrem o país para formar novo partido político Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco – 06.jan.2008 Imagine um Brasil sem ministros, sem Fundo de Participação dos Municípios (FPM), sem dezenas de impostos, sem deputados com altos salários e verbas de gabinete, sem programas de assistencialismo. Um país onde cidades e estados caminhem com as próprias pernas, independentes dos repasses da União para sanar as contas públicas e atrair investimentos. São apenas partes de uma carta de princípios pela qual se fundamenta o Movimento Brasil Confederação (MBC), que planeja instaurar um real sistema federalista no país. Se depender do idealizador e principal porta-voz do futuro Partido Federalista (PF), o empresário e escritor Thomas Korontai, o caminho está mais perto do que longe. Em tramitação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e na expectativa de colher as 468 mil assinaturas necessárias para formalização, o novo partido político começa a expandir seus tentáculos em todo o Brasil, principalmente no Nordeste, onde Korontai realiza uma série de visitas e palestras desde novembro de 2007.

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Eles querem restaurar a Monarquia

Movimento nacional, com forte presença em Pernambuco, tenta instituir sistema de governo com imperador, primeiro-ministro e parlamentarismo Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco – 15.nov.2007 (link) O presidente se preocupa com as próximas eleições, enquanto o rei se preocupa com as próximas gerações. Eis um dos principais pontos a nortear monarquistas de vários estados, a partir de hoje (15), em um debate em São Paulo sobre o “novo” projeto político para o país. Poucos têm observado, mas neste exato momento diversas associações trabalham e discutem a restauração da Monarquia no Brasil. O modelo inclui as figuras do imperador, do primeiro-ministro e de gestores eleitos pelo povo, em regime de Monarquia parlamentarista. De forma um tanto discreta, os chamados círculos monárquicos promovem encontros e palestras sobre a viabilidade política e o momento mais oportuno para a restauração. Agora, quando se comemora 119 anos da Proclamação da República, eles se sentem preparados a enfrentar e tentar esclarecer a opinião pública. E até mesmo fazer parte do atual sistema político, por meio de um partido e de uma base no Congresso Nacional. São planos e idéias que, de hoje a sábado, constam na programação do Encontro Monárquico 2007 na capital paulista, organizado pelo Instituto

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