Microsoft Office 2011 para Mac

Novos recursos e visual renovado contrastam com problemas de performance e bugs inexplicáveis. Paulo Rebêlo // Webinsider O jeito mais fácil de ter dor de cabeça no Mac é usar qualquer programa da Microsoft. São pesados, bugados e não funcionam direito. A opção simples seria deixá-los de lado. Contudo, por incompetência ou falta de interesse da própria Apple, até hoje não apareceu um substituto ao Microsoft Office para Mac no ambiente corporativo. O novo Office 2011 para Mac é, de fato, um grande avanço quando comparado às versões 2008 e 2004. Não à toa, os primeiros reviews do produto são só elogios. Primeiro, porque as versões anteriores são muito ruins. Segundo, porque só depois de um certo tempo de uso vamos descobrir que nem tudo são flores.

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Office 2007 traz mudanças radicais e altas exigências

Paulo Rebêlo UOL Tecnologia – link original – dezembro/2006 As escolas de informática vão adorar a nova versão do pacote da Microsoft para programas de escritório. Tudo foi radicalmente modificado no Office 2007, aposentando conceitos que estão em vigor há duas décadas na informática —e na cabeça de quem se acostumou a usar o programa. A proposta do Office 2007 é simples, mas polêmica. Esqueça tudo o que você aprendeu sobre usabilidade e interfaces até hoje, quando você ordenava o software a fazer comandos a partir de um menu (Arquivo, Editar, Inserir, Formatar…) com opções pré-estabelecidas pela fabricante (Abrir, Novo, Salvar, Salvar Como, Imprimir…). Aliás, esqueça a palavra “menu”. Ele não existe mais. Esqueça a noção de comandos e sub-comandos que você só precisa aprender uma vez, já que continuam iguais a cada nova versão. Na análise a seguir, vamos acompanhar as principais mudanças —da instalação ao uso— e as vantagens e desvantagens de migrar para o Office 2007.

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OpenOffice 2 é opção gratuita ao MS Office

Paulo Rebêlo Parecia que não ia ter fim. Após dois anos de desenvolvimento e uma dúzia de versões experimentais, finalmente sai a segunda edição do Open Office (OO), o principal concorrente do Microsoft Office em pacotes de escritório. Para quem ainda não conhece, o OO foi criado a partir do antigo Star Office, desenvolvido pela Sun, mas que hoje é vendido pela empresa, apesar de ter praticamente as mesmas funcionalidades do OO. O Open Office é completamente gratuito, ocupa menos da metade do espaço do concorrente da Microsoft e não possui formatos proprietários de arquivo, ou seja, você não fica dependendo do Windows. O pacote inclui editor de textos, planilha, apresentações, banco de dados e utilitário para equações matemáticas. Tudo à distância de um download com 80 Mb e em 36 idiomas, incluindo português do Brasil. Para quem testou as edições beta anteriores, não há mudanças significativas na versão final. No entanto, a grande sacada é invisível ao usuário: a adoção do padrão “OpenDocument” para os arquivos criados no OpenOffice. Trata-se de um formato novo, não-proprietário, diferentemente da extensão .doc da Microsoft e que poderá ser utilizada por uma infinidade de programas e qualquer plataforma – Windows, Linux, MacOS, FreeBSD

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Opções para programas de uso diário

Software Livre 3/3 Paulo Rebêlo [email protected] Na primeira matéria da série sobre software livre (16 de fevereiro), a Folha mostrou como substituir o Windows por um sistema operacional Linux, de código aberto e gratuito. Na segunda (23 de fevereiro), testamos os principais pacotes de escritório (texto, planilha, apresentação) para você trocar o Microsoft Office. Agora, vamos ver quais são as outras opções que você pode usar, tanto no Windows como no Linux, para não se escravizar com programas caros e pouco funcionais. Depois das tarefas básicas, é comum o usuário precisar de um bom programa para editar fotos e gerenciar imagens. O destaque é o Gimp, uma alternativa que bate de frente com o Adobe Photoshop. A diferença? O primeiro é gratuito, enquanto o segundo custa algumas centenas de reais. Claro que não apenas isto, pois o Gimp também é a escolha preferida de muitos especialistas, mesmo quando eles têm dinheiro para comprar o Photoshop. O programa nasceu na plataforma Linux mas, logo depois, ganhou versão para Windows. A interface pode parecer complicada no início, mas nada que a prática não resolva. Para substituir o MSN Messenger, talvez o mais popular para conversar na Rede, existem várias opções. Uma delas

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Gratuitos e parecidos com o Office

Software livre – parte 2/3 Paulo Rebêlo [email protected] Na última quarta-feira, a Folha começou a publicar uma série de matérias sobre as opções de softwares além do Windows. Depois do sistema operacional, a maior necessidade do usuário é um bom pacote de escritório para as tarefas cotidianas, em casa e no escritório. Quase todo mundo usa o Microsoft Office, em suas mais variadas versões e edições. No entanto, é bom saber que existem alternativas boas e de graça para download na Internet. Quatro se destacam: OpenOffice, EasyOffice, KOffice e StarOffice. Instrutor de informática de um centro comunitário, Gaspar de Souza ensina gratuitamente em um laboratório com 14 computadores, todos rodando Linux, softwares livres e acesso rápido à Internet. “Usamos o OpenOffice e o KOffice, depende da aula, ambos são ótimos. As pessoas precisam se conscientizar que, com o Linux, copiar é legal. No sentido jurídico e funcional da palavra”, ironiza. O administrador de sistemas, Francisco de Assis, é outro que incentiva o uso de software livre. “Apesar da relutância das pessoas em usar alternativas que não o Microsoft Office, com o tempo elas vêem que a compatibilidade é boa,” explica Assis, que trabalha no Núcleo de Tecnologia da Informação da

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O império do MS Word

Paulo Rebêlo | 06.fevereiro.1999 Pelo menos 9 em 10 computadores domésticos rodando Windows usam o Microsoft Office como principal fonte de trabalho e automação. Destes, provavelmente todos tem o Word como aplicativo mais requisitado. A saga do Word for Windows é antiga, ainda na época de lançamento do Windows 3.1, quando ele já era o programa mais útil, versátil e cobiçado em sua versão 2.0, com sua barra de ícones monocromática. Desde então, mais e mais usuários passaram a aderir ao poderoso e multifuncional editor de textos.

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