Blu-ray : a evolução do DVD já nas prateleiras

Oferta ainda é baixa, mas locadoras recifenses investem na aquisição de títulos no formato Blu-ray. Tecnologia é garantia de alta definição e investimentos salgados Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco 03.fevereiro.2009 Se depender do otimismo dos estúdios, os cinéfilos adeptos às novas tendências não perdem por esperar. As distribuidoras de filmes prometem para este ano a sempre adiada popularização do formato Blu-ray, com redução de preços e lançamentos simultâneos ao DVD. Caso você ainda não saiba o que é Blu-ray, fique atento. Ao perceber uma caixinha diferente na prateleira da locadora, geralmente com o slogan “alta definição”, procure pela logomarca azulada de “Blu-ray” e você estará diante do que há de mais moderno no armazenamento e reprodução de filmes e shows.

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Por dentro do Blu-ray e HD-DVD

Paulo Rebêlo Revista Backstage abril 2008 Para os cinéfilos, é uma realidade. Uma cara realidade, claro, mas realidade. A nova geração de DVDs pode ser encontrada nas principais lojas para compra e nas melhores locadoras para locação. Além dos cinéfilos, os entusiastas de áudio também têm muito a comemorar – sempre – com novas tecnologias que se popularizam. Por conta do preço e de uma série de questões logísticas, ainda vai demorar um pouco até essa nova geração realmente pegar. Até porque, para quem acompanha o assunto, há uma problemática comercial ainda presente: qual dos dois formatos, Blu-ray ou HD-DVD, será tido como padrão? Qualquer semelhança com a novela VHS-Betamax não é mera coincidência.

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Blu-ray e HD-DVD: entenda as diferenças e veja se vale investir

Paulo Rebêlo – UOL Tecnologia – 02.março.2007link original Após dois anos de especulações sobre o “novo” padrão de DVD, finalmente o consumidor brasileiro pode começar a pensar em investir em cinema caseiro de alta definição. As fabricantes anunciaram oficialmente os produtos voltados ao Blu-ray e HD-DVD, que são os formatos concorrentes que tendem a substituir o atual DVD em um futuro não muito distante, mas que ninguém ainda arrisca dizer quando. A grande questão é se vale a pena comprar um aparelho novo. Nomenclaturas técnicas à parte, quais são as diferenças práticas entre um formato e outro? O ganho de qualidade é mesmo superior ao atual DVD? Vamos tentar entender um pouco. Afinal, falamos de um investimento médio de R$ 3.000, mais do que valem muitos computadores potentes de hoje.

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Conheça a nova geração de DVDs

A nova safra de DVDs finalmente atinge o status de viabilidade comercial e as primeiras unidades já começam a aparecer. São dois formatos novos: HD-DVD e Blu-ray. Ambos oferecem bem mais espaço em disco, de modo a turbinar a qualidade de som e de imagem. O uso é o mais variado: filmes, jogos, vídeos caseiros e backup. É que, enquanto os discos atuais comportam uma média de 4 a 9 GB, os novos permitem gravar entre 25 a 50 GB, a depender do modelo. A desvantagem é que os formatos não conversam entre si, são incompatíveis e podem causar confusão no início, com filmes sendo lançados em mídias diferentes.

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Psicose em DVD duplo de aniversário

Paulo Rebêlo Revista Pipoca Moderna // outubro.2005 É fácil reconhecer um admirador verdadeiro de Alfred Hitchcock. Basta perguntar se Psicose (Psycho, 1960) faz parte de sua coleção de filmes do mestre de suspense. Se não fizer, o lançamento do DVD duplo de comemoração de um dos mais aterrorizantes filmes de Hitchcock é a oportunidade que faltava. Psicose tirou o sono de muita gente na década de 60 e, mais impressionante, ainda hoje – 45 anos depois – consegue assustar. Não é fácil. Tente assistir qualquer filme de suspense dos anos 70/80 para conferir. Muitos parecem comédias. Psicose é a adaptação do livro de Robert Bloch, escrito dois anos antes, descrevendo a vida e os crimes do perturbado Norman Bates, vivido nas telas com maestria por Anthony Perkins. Ele é curiosamente simpático, característica que abandonou nas continuações de Psicose nos anos 80. Diferentemente de Janet Leigh, atriz que representa em postura quase estática a personagem Marion Crane – a desavisada que resolve passar uma noite no Bates Motel – Perkins representa muito bem a conturbada e sombria imaginação do personagem principal. Uma aposta certeira do diretor, visto que o Bates original do livro era gordo, baixinho, bem mais velho e nem

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