Brazil’s young scientists face job shortages

Paulo Rebêlo 14 January 2004 Source: SciDev.Net [RECIFE] A failure by the Brazilian government to provide much-needed new teaching and research posts in universities is preventing many researchers with doctoral degrees from finding suitable employment. This is the conclusion of a report published last month by the Brazilian Society for the Advancement of Science (SBPC), based on statements from universities, public institutions and thousands of unemployed new PhD holders. The report, which was written by the SBPC’s regional division in Rio de Janeiro, recommends a number of moves to improve the situation. In particular it says that new efforts should be made to encourage private companies and universities to hire new PhDs. “Brazil needs a strategy to educate business people on the importance of high-skilled researchers in their companies,” says Luiz Carlos Scavarda do Carmo, coordinator of development projects at Pontifícia Catholic University in Rio de Janeiro. Maria Eulália Vares, SBPC’s secretary in Rio de Janeiro, says that a particular challenge is the regional variation in the number of jobs available for those holding doctoral degrees. “Some regions tend to face more difficulties than others when it comes to providing work for new PhD holders,” she says. “This has to

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O Digital Divide no mundo

Paulo Rebêlo Jornalistasdaweb.com.br Ultimamente tem sido comum ouvir falar em “Digital Divide”. Entretanto, poucos ainda conhecem o real significado da expressão e sequer imaginam a importância do conceito e as repercussões iminentes. Em linguagem rasteira, o Digital Divide representa a fossa entre os países com acesso e os sem acesso à tecnologia de informação. Uma espécie de exclusão digital. Em História e Geografia, muito se estuda sobre as divisões sociais existentes em uma mesma nação e as diferenças econômicas entre países. O Digital Divide nada mais é do que o mesmo conceito aplicado em uma vertente voltada à tecnologia e, essencialmente, à informação. Durante anos procurou-se formular teorias e pesquisar acontecimentos relacionados à divisão entre países desenvolvidos, em desenvolvimento e subdesenvolvidos. Expressões como industrialização, centro-periferia e dívida externa tornaram-se comuns. Com o crescimento de abrangência tecnológica, veio o termo “nova economia” e, a partir dele, uma nova série de conceitos e modelos que dividem sociedades a partir de uma visão socio-econômica. A questão deixa de ser apresentada na ótica de países mais ou menos industrializados, mas sim em nações “conectadas”, “não conectadas” e “em vias de conexão”. Diferentemente das teorias sociais de outrora, o Digital Divide não é uma exclusividade dos

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