Crônicas

Perdão de pecador

Paulo Rebêlo // janeiro.2005

Naquele 31 de dezembro, Melancia finalmente teria uma tarde de alforria para tomar um aperitivo com os amigos. Fazia tempo que não encontrava os papudinhos do bairro, pois o trabalho o consumia quase por completo e, ao chegar em casa, tinha os guris e a esposa para gerenciar.

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Crônicas

O galo belzebu e o duelo de titãs

Paulo Rebêlo // junho.2003

A rotina é conhecida, resultado de freqüentes noites insones em que o olho simplesmente não quer fechar, nem com esparadrapo. Cinco horas da manhã. Com todas as cortinas do cafofo fechadas e todas as luzes apagadas, em uma pueril tentativa de enganar o próprio inconsciente, ainda tento acreditar que é noite, que conseguirei dormir algumas poucas horas antes de o mundo começar a girar.

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