A liberdade não é azul, é urubu

Paulo Rebêlo Terra Magazine * 22.fevereiro.2011 Quando um relacionamento acaba, qual é a primeira coisa que se faz? Depois do tradicional (e cada vez mais curto) luto sentimental, o senso comum mostra que os homens correm para a agenda de telefones e começam a atirar para todos os lados. Enquanto as mulheres voltam a ser “amigas” de um monte de “amigas” que há muito não viam e, juntas, vão para a balada até amanhecer o dia. Com a benção socialmente aceitável do “fim”, é a liberdade nua e crua. Mais nua do que crua, por assim dizer. O problema do senso comum é de ser similar aos filmes: tem uma ponta de verdade, mesmo estando muito longe da verdade. Em horas assim, não tem iPhone que faça a agenda de telefones funcionar. Algumas estarão casadas, com filhos, em outras cidades. Em geral, elas continuam solteiras, mas agora você é o último da fila. E, como elas adoram nos dizer, a fila anda… ou corre. Via de regra, uma mulher só precisa ser razoavelmente interessante para fazer chover. Ela estala os dedos e, num passe de mágica, chove homem bondoso, compreensivo, carinhoso, que ama os pais e quer ter filhos… e

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