Lembranças de uma peladinha, no bom sentido

Paulo Rebêlo // junho.2006 As mulheres talvez nunca compreendam a magia que o futebol proporciona ao ego bronco-masculino. Por mais perna-de-pau que seja, todo macho já foi boleiro um dia. Até chegar o momento em que ele acorda e percebe que existe vida (e contas a pagar) fora dos campinhos de barro. A secura infanto-juvenil pela bola desconhece limites. Contraria os preceitos da Física, debocha das leis (pai e mãe) e é uma verdadeira escola superior para qualquer pretendente a MST.

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A fuga das Copinhas

Paulo Rebêlo // junho.2006 Santa paciência, Batman. Ninguém mais agüenta ouvir falar em Copa do Mundo. Nunca foi preciso derrubar tantas árvores no planeta para ler as mesmas análises enfadonhas em praticamente todos os jornais brasileiros. Enquanto a mídia, que está careca de Ronaldo e sob todo o peso da atividade diária, perde-se em abobrinhas sobre a vida e os costumes na Alemanha, as pessoas espertas aqui mesmo no Brasil, debaixo do seu nariz, estão aproveitando a Copa para fazer o que pode ser feito de melhor durante um evento de tamanha grandiosidade: pular a cerca.

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Futebol, o ex-sonho de toda criança

Paulo Rebêlo // junho.2006 A Copa do Mundo sequer chegou à metade e muita gente não agüenta mais ouvir falar no assunto, categoria a qual me incluo. Tudo é Copa, inclusive na copa – das empresas e das autarquias. De fanático que fui em anos pregressos, a ponto de viajar o Nordeste inteiro apenas para assistir a uma partida cujo resultado nem importava na competição, tornei-me um torcedor sazonal interessado apenas nos resultados da segunda-feira de manhã, pelos jornais. O futebol não perdeu a graça, apenas perdeu o romantismo inerente à arte boleira.

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