Merlin, o mago das gravadoras independentes

Paulo Rebêlo Revista Backstage – abril.2007 Quem define as características de uma gravadora ou estúdio independente? O que faz uma gravadora ser chamada de independente pela mídia e pelos consumidores? Há quase um ano, tecemos algumas considerações aqui na Backstage sobre a hipocrisia deste termo em várias situações, a começar pelos lançamentos de CDs de artistas famosos e que nem precisam de campanha para vender. Em junho de 2006, nosso gancho foi o novo álbum de Chico Buarque, o qual, na nossa opinião, dividiu a história das gravadoras independentes em “antes” e “depois” do fator Chico.

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Sinuca de bico e mordida na maçã

Paulo Rebêlo Revista Backstage, ed. março 2007 Na coluna anterior, falamos sobre o DRM – Digital Rights Management – contido na maioria das músicas digitais vendidas legalmente pela internet. O DRM nada mais é do que um conjunto de tecnologias que, de forma bem flexível para as lojas e nada flexível para o consumidor, garante que o arquivo “funcione” apenas do jeito pré-determinado por quem vende, sem opções para quem compra. É o DRM que o impede de copiar o arquivo do seu tocador-portátil para o computador, que impede de escutar a música por mais de um minuto caso não tenha comprado uma licença, que bloqueia múltiplas transferências entre dispositivos portáteis e assim por diante.

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Um pesadelo chamado DRM

Paulo Rebêlo Revista Backstage – ed. fevereiro 2007 Poucos conhecem, alguns entendem, quase todos usam. A cada dia, aumenta a adesão a um movimento global contra o DRM, sigla de Digital Rights Management. Traduzindo, seria algo como gerenciamento de direitos digitais. Nada mais é do que um conjunto de tecnologias implantadas em arquivos de música digital, que serve para restringir ou liberar uma série de ações que o consumidor pode fazer com o arquivo. O DRM é adotado por praticamente todas as lojas que vendem música online, como forma de coibir pirataria, cópias não-autorizadas e, em alguns casos, até mesmo a transferência da música para seu aparelho portátil ou para um segundo periférico qualquer.

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Relações diplomáticas

Paulo Rebêlo Revista Backstage – Janeiro 2007 O ano de 2007 terá muito a nos ensinar em matéria de relações diplomáticas e principalmente, como o MP3 exerce um peso econômico bem maior do que prejuízos estimados de gravadoras e downloads gratuitos de usuários domésticos. Um dos temas abordados neste espaço, durante os últimos anos, foi o sucesso da indústria em aterrorizar usuários leigos que baixam música de graça pela internet. Um dos reflexos – há outros, claro – foi o crescente desaparecimento de sites, pessoais ou não, com arquivos MP3 e informações técnicas sobre conversão, gerenciamento, novos formatos e outros assuntos de interesse a profissionais e entusiastas. Há anos que você não encontra mais sites sobre MP3. Quando encontra, é um “fake” para lhe passar vírus ou uma tentativa de vender música pela rede em formatos proprietários e fechados.

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Método chinês de persuasão

Paulo Rebêlo Revista Backstage – novembro/2006 Na coluna anterior, analisamos um pouco as iniciativas das gravadoras em vender música digital na internet a preços considerados razoáveis. Por enquanto, são apenas promessas, longe de uma concretitude a curto prazo, mas podemos esperar boas novidades a partir do início de 2007. Isto é, se não acontecer o que tem ocorrido com frequência nos últimos anos, de a própria indústria boicotar iniciativas promissoras de mercado. Não seria exatamente uma surpresa. Uma reportagem recente do New York Times revelou, e agora para surpresa de todos, que a RIAA (Recording Industry Association of America) pode se voltar exatamente contra as gravadoras que tentarem vender músicas na internet a um preço considerado abaixo do mercado. Ou seja, é a própria associação se colocando contra os grandes “players” que tanto foram defendidos por ela desde o surgimento do MP3. É quase uma piada, de péssimo gosto, por sinal.

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A reinvenção de uma não-invenção

Paulo Rebêlo Revista Backstage – outubro/2006 Ainda não será este ano que veremos uma reviravolta na forma como as gravadoras lidam com seus acervos na internet mas, certamente, muito alvoroço há de surgir a partir de 2007. Durante os últimos meses, as principais gravadoras e portais na internet, inclusive brasileiros, anunciaram iniciativas independentes para vender e reproduzir música online, legalizada, de um modo relativamente atrativo para aquele usuário que não quer ficar sob a surdina da ilegalidade.

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Pirataria levada a sério. Ou quase.

Paulo Rebêlo Revista Backstage – agosto/2006 Poderíamos usar milhentas páginas para explicar o por quê de ser necessário levar a pirataria fonográfica a sério. Ocorre que os sindicatos, representantes e porta-vozes da indústria e das associações já fazem o serviço. Seja em campanhas na mídia, entrevistas na imprensa, palestras públicas ou conversas informais com empresários, os argumentos são polidos e fazem sentido. Razoável parcela foi, inclusive, abordada nesta coluna nos últimos três anos: incentivo ao contrabando, tráfico de drogas, criminalidade, evasão de divisas, dentre tantos outros amplamente divulgados por entidades como a BSA (Business Software Alliance), ABPD (Associação Brasileira dos Produtores de Disco), ECAD (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), RIAA (Recording Industry Association of America) e assim por diante.

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As independentes e o fator Chico Buarque

Paulo Rebêlo Revista Backstage junho 2006 Paulo Freire costumava dizer que o oprimido de hoje tende a se tornar o opressor de amanhã. O pensamento, cujas bases podem ser encontradas com o devido contexto no livro que é considerado sua obra-prima – Pedagogia do Oprimido, 1970 – é uma boa referência quando observamos o movimento das gravadoras que ficaram conhecidas como independentes.

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A redescoberta do MP3 – parte II

Paulo Rebêlo Revista Backstage maio 2006 Na coluna anterior, fizemos um retrospecto sobre as (in)capacidades técnicas do formato MP3, o qual apesar de notáveis desvantagens tecnológicas e comerciais frente a formatos concorrentes de áudio digital, continua a ser a grande vedete da música na Internet. Não à toa, é o mais popular, flexível e universal. Vários aspectos, não apenas técnicos, comerciais e históricos, foram abordados no último texto. Contudo, o melhor – ao menos para os fãs do formato – deixamos para agora: como os especialistas estão trabalhando para aperfeiçoar o MP3, desde medidas simples até iniciativas mais complexas que tendem a incomodar os céticos.

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