Insecticide risk map exposes threat to aquatic life

The global threat that insecticides pose for aquatic biodiversity has been revealed in a recent modelling study that pinpoints areas at greatest risk. The mapping exercise conducted by the researchers reveals that aquatic life in water bodies within 40 per cent of the global land surface is at risk from insecticides running off the land.

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Vamos plantar combustível ou comida?

Interesses políticos e econômicos interferem no debate mundial sobre a relação entre o biocombustível e a crise de alimentos __________ Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco – 05.junho.2008 Santo graal dos combustíveis limpos, o biocombustível tornou-se o epicentro de uma discussão traumática: a crise mundial de alimentos. Produzido sob a bandeira de não causar danos ao meio ambiente, a partir de grãos e de matéria-prima renovável, o combustível limpo e ambientalmente correto também inclui, em seu conjunto de peculiaridades, uma cruel disputa política e econômica cujos efeitos passam a largo dos ambientalistas.

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PPP: instalação de nova geração de presídios sob ameaça

RECUO // Prefeitura de Itaquitinga pode não ceder terreno para presídio estadual Paulo Rebêlo Diario de Pernambuco – 16.março.2008 fotos: Juliana Leitão/DP Itaquitinga (PE) – Presídio de última geração, mais de três mil vagas, melhores condições para os detentos e a primeira Parceria Público-Privada (PPP) do sistema penitenciário brasileiro, cujo valor pode chegar a R$ 250 milhões. É a promessa do Governo de Pernambuco, que deve publicar até o final deste mês o edital para construção do Centro Integrado de Ressocialização de Itaquitinga, a 66 km do Recife, na Mata Norte. Só há um problema: a prefeitura desta cidade perdeu a confiança no governo, após um longo processo de convencimento para que o município aceitasse a chegada do presídio e todas as conseqüências decorrentes do processo.

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São Francisco se transforma no rio da discórdia

Projeto de transpor as águas coloca em lados opostos ribeirinhos e sertanejos Paulo Rebêlo Folha de S. Paulo | 26/dez/2007 link O chão é árido a ponto de rachar. Os galhos quebram com facilidade de tão secos. Açudes e palmas de cactos que servem como alimento de animais -e até de seres humanos- também secam. Se vivo estivesse, Graciliano Ramos certamente diria que as vidas nunca deixaram de ser secas. Ele só não saberia explicar como pode haver tanta água a poucos quilômetros de um cenário tão ríspido. Às margens do rio São Francisco, o agricultor Valdemar Bezerra Luna criou filhos e netos nessa região longe de grandes cidades e carente de infra-estrutura. Afinal, dos 84 anos 54 foram à beira do rio no sertão pernambucano. Depois de tanto tempo, ele garante que sua própria existência tornou-se uma extensão do rio, com benesses desde a água para consumo até a manutenção de uma pequena roça com a qual alimenta a família. A vida de seu Valdemar não é muito diferente da de milhares de famílias às margens do gigantesco rio com 2.863 km de extensão, cuja nascente fica na Serra da Canastra (MG). As turvas águas da bacia hidrográfica do

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