Levi-Strauss desiste de comércio eletrônico

Apesar de ainda engatinhar no Brasil, o comércio eletrônico já é tão real quanto fazer a feira do mês no supermercado, principalmente nos Estados Unidos e grande parte da Europa. Não apenas grandes empresas e companhias lançam seus produtos e serviços na Web, prontos para serem comprados usando o seu cartão de crédito, como também empresas de pequeno e médio porte que desejam ampliar seus negócios vão demarcando o terreno na rede das oportunidades.

No caso das grandes, o comércio eletrônico não é mais um capricho, e sim uma necessidade e quase uma obrigação. Levadas pelo nome e tradição da marca, muitas das empresas recuperam os gastos da implantação do serviço na Web com poucos dias de venda online ou até mesmo com os contratos publicitários.

É difícil imaginar alguma dessas companhias, com nome reconhecido na praça, desistindo do comércio eletrônico por causa de prejuízos acarretados pelo mundo online. Ao que tudo indica, não foi o caso da Levi-Strauss.

PASSO PARA TRÁS – A Levi Strauss anunciou, recentemente, que fechará suas vendas pela Web logo depois do Natal.
De acordo com alguns observadores, o principal fato do fim do comércio online por parte da empresa foi a ineficácia na implantação do sistema de vendas, que atualmente é considerado de baixa qualidade. Afinal de contas, vender roupa pela Internet é um tanto difícil, por mais prático que seja digitar o número do cartão de crédito e receber a encomenda em casa.

Segundo Phillip Marineau, o novo chefe executivo à frente dos negócios desde o mês passado, era preciso “algo mais” para vender. Tal algo mais não foi achado, e para piorar situação, o total de vendas vem caindo em escala progressiva já há três anos, causando prejuízo para todos.

Os investimentos iniciais foram bem mais altos do que o esperado, em uma empreitada que a Levi Strauss não possuia especialidade. Em conjunto com a queda de vendas pelo mundo, vários revendedores e parceiros da empresa começaram a tirar o time de campo, forçando a Levi a tomar algumas medidas drásticas. Entre elas, pôr fim aos custos do comércio eletrônico, que não estava dando o retorno esperado.

PARCEIROS – Apesar dos problemas, a Levi continuará disponibilizando aos seus visitantes, informações detalhadas sobre seus produtos, suas lojas espalhadas pelo mundo, e outras informações pelo email. Mas ainda nem tudo está perdido, pois a J.C. Penney, a Macy’s e a Dockers continuarão vendendo em seus sites os produtos da Levi Strauss.

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